quinta-feira, 28 de julho de 2016

tempo comum

31º domingo do tempo comum – Deus mostra o caminho aos que erram
1ª leitura. (Sb 11,22-12,2). O autor medita sobre a bondade divina em ser criador de todas as coisas e de corrigir os que pecam.
Salmo. 33(34). O salmista medita sobre a ternura divina que a tudo envolve e a misericórdia que levanta os caídos.
2ª leitura. (2Ts 1,11-2,2). Paulo reza pela perserverança da comunidade e alerta para que não se alarmem com falsas expectativas da vinda do Senhor.
Evangelho. (Lc 19,1-10). Jesus convive com Zaqueu em sua casa e este se converte partilhando o que tem com os necessitados.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos a misericórdia divina manifestada à humanidade na pessoa de Jesus. Deus ama a todos, por isso os criou (1ª leitura). Àqueles que estão no mau caminho, Deus lhes corrige, dando a oportunidade de se emendarem na vida (salmo e evangelho). No caso dos ricos, a conversão ao evangelho passa pelo desapego dos bens e partilha com os necessitados (evangelho). Em relação à segunda vinda de Jesus, não podemos nos alarmar com pessoas que teimam em anunciar a sua proximidade (2ª leitura).
Para pensar. Sabemos acompanhar os pecadores num caminho e processo de mudança de vida ou apenas julgamos e acusamos seus pecados?
Gesto concreto. Ajudar a uma pessoa a encontrar um bom caminho na vida.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Solenidade de Nossa Senhora Aparecida
1ª leitura. (Est 5,1b-2;7,2b- 3). Ester se coloca diante do rei Assuero e intercede pela salvação do povo de Israel.
Salmo. 44(45). O salmista canta a entronização da rainha no palácio real. Numa leitura alegórica, a Igreja contempla aqui a assunção de Maria aos céus.
2ª leitura. (Ap 12,1.5.13a.15-16a). João, o vidente, visualiza no céu, o combate entre a Igreja e o Mal. Numa leitura alégorica se contempla Maria nos céus.
Evangelho. (Jo 2,1-11). Jesus realiza seu primeiro sinal no casamento em Caná, graças a intercessão de sua mãe.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje damos graças a Deus por nos ter dado como padroeira de nossa nação, Maria Mãe de Jesus, sob o título de Aparecida. A Igreja crê que Maria está junto de Deus, intercedendo por nós (salmo e 1a leitura). Ela intercede sobretudo para que vivamos a nossa aliança, nosso “casamento” com Deus (evangelho). A Igreja contempla em Maria a sua esperança de salvação: nela já se realizou aquilo que um dia se realizará na Igreja no fim dos tempos.
Para pensar. Nossa devoção a Maria tem nos levado a viver tudo o que Jesus nos pede no evangelho?
Gesto concreto. Rezar o terço nas intenções de nosso país.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

cultura vocacional

CULTURA VOCACIONAL
Caros leitores.
O mês de agosto é, na tradição católica, o mês vocacional. Somos convidados a rezar e a refletir sobre as vocações. Há muito se diz que, toda a Igreja precisa despertar-se para uma “cultura vocacional”, ou seja, todos somos promotores vocacionais uns dos outros.
Como todos já sabem, vocação (vocare latim) significa “chamado”. Deus nos chama, nos convoca, nos envia. Deus nos chama à vida, à existência. Nosso existir é dom de Deus. Além disso, Deus nos chama à vida cristã, pois, no entender cristão, o ser humano só realiza sua felicidade plena quando se configura à pessoa de Jesus. Em outras palavras, “seremos felizes quando parecermos de fato com Jesus”, o ser humano por excelência. A vocação cristã brota do batismo e se desdobra na vocação laical (evangelização da sociedade); na vocação à vida consagrada (entrega total a Deus mediante os votos de pobreza, castidade e obediência); na vocação ao sacramento do matrimônio (missão de constituir família e ser sinal do amor de Deus no mundo) e na vocação aos sacramento da ordem (diáconos, padres e bispos que se consagram ao serviço do Povo de Deus).
Acontece porém, que nenhuma dessas vocações “cai do céu”. Elas são despertadas no coração humano na medida em que as promovemos. Cada cristão deve promover a consciência, em si mesmo em primeiro lugar e, depois nos outros, de que, sua vida é resposta a um chamado divino. Cada cristão deve despertar uma resposta vocacional nos outros. Os pais cristãos precisam incentivar a seus filhos a viverem a vocação sacerdotal ou matrimonial, conversando com eles sobre isso, sempre apoiando a decisão que seus filhos tomarem (nota-se que muitos pais impedem a vocação sacerdotal ou à vida consagrada em seus filhos). Os leigos devem despertar entre a si a responsabilidade de participarem das pastorais, que são os serviços que a Igreja oferece ao mundo, como meio evangelizador.
Portanto, caro leitor, saiba que você é um vocacionado: Deus te chamou a missão. Você já descobriu qual é? Como tem sido a qualidade da sua reposta? Você estimula outras pessoas a assumirem a sua missão na Igreja afim de que ela cumpra a sua missão de evangelizar? Que Deus nos abençoe e nos faça mais conscientes de nosso papel de animadores vocacionais, fazendo crescer a cultura vocacional em nossas comunidades cristãs.

Fr. Inácio José, mercedário

quarta-feira, 27 de julho de 2016

tempo comum

27° domingo do tempo comum – nosso compromisso com o evangelho
1ª leitura. (Hab 1,2-3;2,2- 4). O profeta questiona a Deus até quando verá insjutiça no mundo, ao que Deus promete que o justo viverá pela fé.
Salmo. 94(95). O salmista convida ao louvor de Deus e a abrir o coração para sua vontade.
2ª leitura. (2Tm 1,6-8.13- 14). Paulo exorta a Timóteo a reacender sua vocação e a guardar o depósito da fé.
Evangelho. (Lc 17,5-10). Os discípulos pedem a Jesus que lhes aumente a fé e Jesus lhes conta a parábola dos “servos inúteis”.
Trazendo os textos pra perto da gente. Nós, os batizados, somos os “servos inúteis”: evangelizar não é mais do que nossa obrigação e dever enquanto cristãos. Não podemos esperar “recompensas” por isso (evangelho). A injustiça presente no mundo será combatida pela nossa ação evangelizadora (1ª leitura) que deve ser realizada a partir da escuta da Palavra (salmo) e na perseverança (2ª leitura).
Para pensar. Como colaboro ativamente para a evengelização?
Gesto concreto. Ingressar em alguma pastoral da comunidade.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

28º domingo do tempo comum – Deus ama toda a humanidade
1ª leitura. (2Rs 5,14-17). Naamã, o sírio, depois de curado, reconhece ao Deus de Israel como único Deus, e pretende agradar a Eliseu.
Salmo. 97(98). O salmista convida a terra inteira a reconhecer a grandeza e o poder de Deus.
2ª leitura. (2Tm 2,8-13). Paulo exorta a Timóteo a permanecer firme na perseguição, do mesmo que ele, Paulo, permanece fiel ao Senhor, mesmo na prisão.
Evangelho. (Lc 17,11-19). Jesus cura dez leprosos e apenas um samaritano volta para agradecer.
Trazendo os textos pra perto da gente. Deus ama a toda a humanidade e não apenas a um povo ou cultura (1ª leitura e salmo). Todo ser humano é amado por Deus. Jesus manifesta o Reino aos excluídos e estrangeiros; sabe reconhecer que alguém que não é de sua cultura tem o dom da fé (evangelho). Hoje também somos convidados a permanecer firmes no evangelho numa cultura contrária a ele (2ª leitura).
Para pensar. Reconhecemos nas pessoas que creem de forma distinta da nossa, pessoas de fé?
Gesto concreto. Dialogar com uma pessoa que crê de forma distinta afim de conhecer a sua fé.
Deus nos abencoe. Fr. Inácio José, mercedário

29º domingo do tempo comum – rezar: dialogar com Deus
1ª leitura. (Ex 17,8-13). Aarão e Ur seguram as mãos de Moisés, enquanto isso os israelitas vencem a batalha.
Salmo. 120(121). O salmista reflete que somente Deus pode ser nosso socorro nas tribulações.
2ª leitura. (2Tm 3,14-4,2). Paulo ensina que a Sagrada Escritura tem o poder de formar as pessoas na justiça, na vivência da vontade de Deus.
Evangelho. (Lc 18,1-8). Jesus, para ensinar a perseverança na oração, contou a parábola da viúva insistente.
Trazendo os textos pra perto da gente. Rezar é dialogar com Deus, estar em sintonia com Ele. Assim nos sentimos fortes para vencer as dificuldades da vida (1ª leitura). Devemos insistir na nossa intimidade com Deus (evangelho) para experimentar que somente Ele é nosso socorro (salmo). Rezar deveria ser sempre uma escuta da Palavra em primeiro lugar, pois ela nos mostra a vontade de Deus (2ª leitura).
Para pensar. Rezo todos os dias? Busco intimidade com Deus? Ou só rezo nas necessidades que tenho?
Gesto concreto. Aprender o método da leitura orante da Palavra (ler, meditar, rezar, contemplar, agir).
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

30º domingo do tempo comum – Rezar: estar em sintonia com Deus
1ª leitura. (Eclo 35,15b-17.20- 22a). Deus é justo juiz, defende o direito dos pobres e fará a justiça, um dia, acontecer plenamente.
Salmo. 33(34). O salmista medita sobre Deus que sempre socorre o justo em suas necessidades.
2ª leitura. (2Tm 4,6-8.16- 18). Paulo se despede, afirmando ter combatido o combate da fé e aguardando a coroa da glória.
Evangelho. (Lc 18,9-14). Jesus conta a parábola do fariseu orgulhoso e do publicano pecador; ambos rezavam, mas o publicano é que foi salvo por Deus.
Trazendo os textos pra perto da gente. Rezar é dialogar com Deus, mas Deus deve ser o centro da oração e não a própria pessoa (evangelho). Deus atende a prece de seus filhos, mas da forma que seja melhor para nós e não segundo a nossa vontade (1ª leitura e evangelho). Permanecer em sintonia com Deus em oração, nos dá a força para testemunhar a fé (martírio) até as últimas consequências (2ª leitura).
Para pensar. Em nossas orações procuramos conformar nossa vida à vontade de Deus ou queremos que Ele faça o que queremos?
Gesto concreto. Aprender métodos de oração para crescer na intimidade com Deus.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

QUE O SENHOR TE ABENÇOE

  QUE O SENHOR TE ABENÇOE! Na Solenidade da Santa Mãe de Deus , celebrada no início de cada ano, a liturgia propõe como primeira leitura o t...