19º domingo do
tempo comum – vigilância do serviço do Reino
1ª leitura. (Sb
18,6-9). O autor da Sabedoria narra sobre a conduta justa e confiante dos israelitas
aguardando a libertação do Senhor.
Salmo. 32(33). O salmista
medita sobre a salvação que Deus realiza na vida dos justos.
2ª leitura. (Hb
11,1-2.8- 12). O autor de Hebreus medita sobre a fé: que é a espera ativa das
realidades que ainda não se vêem.
Evangelho. (Lc
12,32-48). Jesus exorta ao não acúmulo de bens e à vigilância no serviço do
Reino através das parábolas dos empregados vigilantes e do administrador fiel e
prudente.
Trazendo os
textos pra perto da gente. A comunidade cristã primitiva aguardava com
imediatez o retorno de Jesus. Como tardasse a vir, começou a esfriar a
perseverança. Por isso, somos chamados a trabalhar na construção do Reino,
suscitando um mundo novo, pois quando o Senhor venha. Não sabemos quando será,
mas sabemos que virá. Somos convidados a ter a expectativa ativa dos israelitas
(1ª leitura), a fé do povo de Deus (2ª leitura), trabalhando a todo momento na
esperança da chegada do Reino definitivo de Deus (evangelho).
Para pensar. Todos
os dias trabalhamos na construção de uma sociedade justa e fraterna, ou
deixamos para amanhã?
Gesto concreto. Participar
de alguma pastoral da comunidade.
Deus nos abençoe.
Fr. Inácio José, mercedário
20º domingo do
tempo comum – a radicalidade do evangelho
1ª leitura. (Jr
38,4-6.8- 10). O profeta Jeremias é perseguido e jogado na cisterna pelo rei
por causa de sua profecia.
Salmo. 39(40). O salmista
canta a sua libertação da parte de Deus.
2ª leitura. (Hb
12,1-4). O autor de Hebreus exorta a comunidade a não desanimar diante das
perseguições, tendo como a modelo Jesus Cristo.
Evangelho. (Lc
12,49-53). Jesus anuncia que veio trazer fogo e divisão sobre o mundo.
Trazendo os
textos pra perto da gente. Quando a pessoa assume a radicalidade da luta pelo
bem e pela verdade ela provoca divisões. Assim foram os profetas (1ª leitura);
assim foram as primeiras comunidades cristãs (2ª leitura) e assim foi Jesus de
Nazaré (evangelho). A opção pelo evangelho, pelo bem e pela justiça, mais cedo
ou mais tarde provocará a perseguição e divisão, porque, infelizmente o mundo
opta por valores que são contrários aos do evangelho. O verdadeiro discípulo de
Jesus assume a radicalidade de seu seguimento mesmo que provoque divisões entre
as pessoas que mais ama.
Para pensar. Diante
de condutas anticristãs em minha casa: me calo ou exerço a correção fraterna?
Gesto concreto. Corrigir,
com amor, posturas antievangélicas presentes em minha família.
Deus nos abençoe.
Fr. Inácio José, mercedário
22º domingo do
tempo comum – humildade e gratuidade: caminho de santidade.
1ª leitura. (Eclo
3,19-21.30- 31). O autor medita sobre a virtude da humildade como condição para
encontrar graça diante de Deus.
Salmo. 67(68). O salmista
louva a Deus por ser o protetor dos pobres.
2ª leitura. (Hb 12,18-19.22-
24a). O autor de Hebreus ensina que a comunidade cristã, por meio de Jesus, se
aproximou de uma realidade palpável: do próprio Deus.
Evangelho. (Lc
14,1.7-14). Jesus, na casa do fariseu, dá dois ensinamentos: sobre a humildade
e sobre a gratuidade nos relacionamentos.
Trazendo os
textos pra perto da gente. A humildade e gratuidade é condição para ser
discípulo de Jesus, porque o orgulho é a raiz de todo pecado (1ª leitura) e a
gratuidade nos faz ser sinais da graça de Deus na vida dos irmãos (evangelho). Desta
forma tocamos a realidade palpável de Deus mediante o serviço humilde e
gratuito dos irmãos (2ª leitura).
Para pensar. Em meu
cotidiano me relaciono de forma humilde e gratuita com as pessoas?
Gesto concreto. Proporcionar
alimentos para os mais pobres da comunidade.
Deus nos abençoe.
Fr. Inácio José, mercedário
Solenidade da
Assunção de Maria
1ª leitura. (Ap
11,19a; 12,1.3-6a.10ab). João, o vidente, vê no céu a mulher revestida de sol
perseguida pelo dragão, mas salva por Deus.
Salmo. 44(45). O salmista
canta a entronização da rainha no palácio real.
2ª leitura. (1Cor
15,20-27a). Paulo anuncia Cristo como primícias dos que ressuscitarão e depois
todos os que lhe pertencem por ocasião de sua vinda.
Evangelho. (Lc
1,39-56). Maria visita sua prima Isabel e lá canta as maravilhas que Deus
realizou em sua vida.
Trazendo os
textos pra perto da gente. O que celebramos em relação a Maria é em expectativa
ao que Deus realizará um dia em toda a Igreja, pois Maria é membro dela. Deus nos
prometeu a ressurreição e vida eterna (2ª leitura); hoje celebramos a
entronização de Maria na vida eterna junto a Deus (salmo, 1ª leitura); nisso
Deus exalta os humildes e humilha os orgulhosos (evangelho). Celebrar a
assunção de Maria é celebrar aquilo que um dia Deus, por sua bondade e misericórdia,
fará com todos os discípulos de Jesus: irá assumi-los integralmente na vida
eterna.
Para pensar. Creio
na vida plena que Deus reserva para mim ao fim de minha vida histórica?
Gesto concreto. Rezar
o terço, contemplando os mistérios gloriosos.
Deus nos abençoe.
Fr. Inácio José, mercedário