1º domingo quaresma – aliança x
pecado
1ª leitura. (Gn 9,8-15). Deus
estabelece nova aliança com toda a humanidade (Noé) após o pecado original.
Salmo. 24(25). O poeta medita sobre
o amor divino que reconduz ao bom caminho os pecadores.
2ª leitura. (1Pd 3,18-22). O autor
sagrado interpreta a arca de Noé à luz do batismo cristão, como condição para a
salvação.
Evangelho. (Mc 1,12-15). Jesus é
tentado no deserto e supera as tentações mediante a fidelidade à Palavra de
Deus.
Trazendo o texto pra perto da
gente. A humanidade foi criada para viver em comunhão com Deus, mas pelo pecado
se perdeu essa aliança. Mas Deus consertou essa situação através de Jesus
Cristo: o que em Adão foi desgraça para toda a humanidade, em Jesus foi benção
e salvação para todo mundo, graça muito maior que o pecado. Jesus nos ensina
que devemos ser fiéis à Palavra de Deus para distinguir o que vem de Deus do
que não vem Dele. Quaresma é tempo de revermos nossa consciência, reconhecermos
pecadores e pedir a Deus que nos dê um coração fiel.
Para pensar. A quanto tempo não
busco o sacramento da confissão?
Gesto concreto. Examinar bem sua
consciência e buscar o sacramento da confissão.
Espiritualidade. Buscar momentos de
silêncio e de deserto para encontrar-se com Deus.
Deus nos abençoe e nos conceda uma
santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário
2º domingo quaresma – caminhos
novos, vida nova
1ª leitura. (Gn 22,1-2.9a,10-
13.15-18). Deus convoca a Abraão a sacrificar o próprio filho para provar a sua
fé.
Salmo. 115(116B). O poeta medita
sobre a fidelidade a Deus em meio às provações vividas.
2ª leitura. (Rm 8,31b-34). Paulo nos
ensina que se Deus é por nós absolutamente nada e ninguém será contra nós.
Evangelho. (Mt 17,1-9). Jesus é
transfigurado por Deus na montanha diante dos discípulos e eis que Moisés e
Elias conversam com Jesus.
Trazendo o texto pra perto da
gente. Quando fazemos silêncio para nos encontrar com Deus, somos
transfigurados por Deus em nova criatura. Jesus passou essa experiência. A transfiguração
é um símbolo do diálogo que Jesus tem com as Escrituras (Moisés e Elias), que o
confirmam na sua identidade de Filho que revela o Pai. Deus nos convoca a novos
sacrifícios e provas. Confiemos em sua proteção ao nosso lado. Em Cristo, o Pai
já nos deu tudo o necessário para sermos felizes.
Para pensar. Qual caminho novo
preciso tomar nessa quaresma?
Gesto concreto. Fazer a leitura
orante da Palavra. Dialogar com Deus através das Escrituras.
Espiritualidade. Deixar-se
transfigurar, ser modelado por Deus.
Deus nos abençoe e nos conceda
santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário
3º domingo quaresma – Deus renova a
aliança com a humanidade
1ª leitura. (Ex 20,1-3.7- 8.12-17).
Deus dá os mandamentos ao povo para que este viva em aliança Consigo.
Salmo. 18(19). O poeta medita sobre
a beleza e a justiça da lei de Deus.
2ª leitura. (1Cor 1,22-25). Paulo
ensina que Deus escolheu aquilo que é fraco e sem valor para o mundo para
confundir a soberba e o pecado do mundo.
Evangelho. (Jo 2,13-25). Jesus vai
ao Templo de Jerusalém e expulsa os vendilhões do Templo anunciando que,
futuramente, o Templo será seu corpo ressuscitado.
Trazendo os textos pra perto da
gente. Caminhando pelo deserto quaresmal Deus nos convoca a renovar nossa aliança
e comunhão Consigo. Para nós cristãos, a pessoa de Jesus Cristo se torna o meio
pelo qual vivemos a nossa amizade com Deus. Ele é o Templo, sua palavra é a
Lei. Vivendo conforme Jesus, vivemos nossa união com Deus.
Para pensar. A pessoa e os
ensinamentos de Jesus tem sido de fato o referencial de nossa vida?
Gesto concreto. Assumir o
compromisso de ler um evangelho completo até o fim da quaresma.
Espiritualidade. Reconhecer-se
sempre acompanhado pela presença interior de Deus mesmo nos momentos difíceis
da vida.
Deus nos abençoe e nos conceda uma
santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário
4º domingo quaresma – Deus deseja
salvar e jamais condenar.
1ª leitura. (2Cr 36,14-16.19- 23). O
cronista narra a infidelidade de Israel, o exilio babilônico, o retorno dos
cativos e o mandato da construção do Templo.
Salmo. 136(137). O poeta exilado
canta as saudades de Jerusalém, prometendo não esquecer dela jamais.
2ª leitura. (Ef 2,4-10). O autor
sagrado nos ensina que fomos salvos pela fé e destinados por Deus a praticar as
boas obras que Deus nos reservou.
Evangelho. (Jo 3,14-21). Jesus anuncia
que quando for levantado da terra, todos os crerem Nele terão a vida eterna e
que Deus o enviou não para condenar mas para salvar o mundo.
Trazendo os textos pra perto da
gente. A vontade do Pai é de salvar o mundo e jamais condenar. Para isso enviou
seu Filho Jesus. No entanto, precisamos acolhe-Lo pois Deus nunca imporá a salvação
à força sobre nós. A salvação é no fundo retomar a amizade com Deus. Amizade é
amor. Amor nunca é imposição. Por isso, pelo mal uso de nossa liberdade,
podemos correr o risco da infidelidade. Que Deus nos livre dessa desgraça.
Para pensar. Acolhemos profundamente
a pessoa e a mensagem de Jesus em nossa vida?
Gesto concreto. Ler os evangelho
procurando conhecer mais a pessoa de Jesus.
Espiritualidade. Reconhecer a
misericórdia divina maior que o pecado em nossa vida.
Deus nos abençoe e nos conceda uma
santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário
5º domingo quaresma – ganha-se a
vida gastando-a em prol dos demais
1ª leitura. (Jr 31,31-34). Deus,
através do profeta, anuncia uma nova aliança escrita dentro do coração de cada
ser humano.
Salmo 50(51). O poeta, em sua
oração, pede a Deus que lhe dê um coração puro.
2ª leitura. (Hb 5,7-9). O autor
sagrado nos ensina que Cristo aprendeu a obediência mediante o sofrimento.
Evangelho. (Jo 12,20-33). Jesus
entende a sua morte na mesma dinâmica da morte da semente do trigo, que caindo
na terra produz muito fruto. Perdendo a vida, a ganha.
Trazendo os textos pra perto da
gente. Jesus nos ensina que o mundo só será livrado do mal, quando a humanidade
aprender a gastar a sua vida no cuidado dos últimos, dos que mais sofrem. Jesus
entendeu que seu exemplo ao dar a vida, serviria de estímulo a que outros
tivessem a mesma coragem de dar a sua vida pelos demais. A nova aliança com
Deus se passa pelo seguimento do estilo de vida de Jesus.
Para pensar. Estamos dispostos a
gastar nossa vida no cuidado dos que sofrem?
Gesto concreto. Conhecer as
pastorais sociais de sua comunidade.
Espiritualidade. Fazer da vida um sacrifício
de louvor a Deus.
Deus nos abençoe e nos conceda uma
santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário
Sexta feira Santa – o Crucificado:
sinal do amor de Deus por nós
1ª leitura. (Is 52,13-53,12). O
Servo sofre terrível humilhação por parte dos injustos e por ela resgata a
todos de seus pecados.
Salmo. 30(31). O poeta canta a sua
confiança em Deus que não o abandonará em meio à sua humilhação.
2ª leitura. (Hb 4,14-16; 5,7-9). O
autor nos ensina que Jesus aprendeu a obediência pelo sofrimento e que sua
entrega foi motivo de salvação para todos.
Evangelho. (Jo 18,1-19,42). Narrativa
da paixão na versão de João: traição, falsa condenação por parte do Sinédrio,
condenação por parte do povo diante de Pilatos, crucificação e morte de Jesus.
Trazendo os textos pra perto da
gente. Os primeiros cristãos entenderam a morte de Jesus como expiatória, ou
seja, Jesus morreu por nós, para o perdão de nossos pecados. Por esse motivo ao
narrarem a morte de Jesus, se inspiram no cântico do servo sofredor (1ª
leitura): Jesus é alguém justo, que morre pelos injustos (2ª leitura) e cuja
humilhação nos salva, por que é o Cordeiro de Deus (evangelho) que tira os
nossos pecados. Contemplemos hoje a entrega de Jesus que nos prova o quanto que
Deus nos ama. Se ponto de vista histórico a morte de Jesus foi o assassinato de
alguém que lutava pela justiça, do ponto de vista da fé, trata-se da entrega de
amor de um Deus nos ama e deseja nos salvar.
Para pensar. Ainda hoje há
crucificados: quem são? O que podemos fazer para tirá-los de suas cruzes.
Gesto concreto. Contemplar por uns
10 min o crucificado, agradecendo a Deus tão grande amor por nós.
Espiritualidade. Estar disposto a
sofrer por causa do evangelho.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José,
mercedário
Domingo de Ramos – Anunciamos o
Messias crucificado e ressuscitado
1º evangelho. (Mc 11,1-10). Jesus
entra em Jerusalém e é aclamado pelo povo como messias.
1ª leitura. (Is 50,4-7). O Servo
escuta a Palavra e permanece fiel mesmo diante das perseguições e sofrimentos
por causa de sua missão.
Salmo. 21(22). O poeta canta sua
perseguição por parte dos injustos mas anuncia a salvação que receberá de Deus.
2ª leitura. (Fl 2,6-11). Paulo
ensina à comunidade que Jesus esvaziou-se de sua glória, assumiu a condição de
escravo, assumindo a morte humilhante e exaltado por Deus.
2º evangelho. (Mc 15,1-39). Marcos
narra o julgamento, condenação e morte de Jesus, na qual um pagão reconhece no
Crucificado o Filho de Deus.
Trazendo os textos pra perto da
gente. Essa celebração abre a Semana Santa. Nela celebramos a entrada
messiânica de Jesus em Jerusalém, mas ao mesmo tempo, celebrando a sua Paixão,
através da qual Deus nos demonstrou o seu amor. Jesus assumiu a luta pela
justiça como critério de sua vida, de tal forma que o povo depositou Nele a
esperança de sua libertação (1º evangelho). Diante da perseguição e iminência
da morte, Jesus não voltou atrás, permaneceu fiel até o fim na missão de
construir o Reino de Deus (1ª leitura / 2º evangelho). Por sua fidelidade ao
Pai, Jesus não fica sem a resposta de Deus: sua morte não será o fim, mas sim a
sua exaltação e ressurreição (salmo / 2ª leitura).
Para pensar. Diante das injustiças
presentes no mundo, permaneço calado ou protesto pelo bem? Reconheço nos
crucificados de hoje a presença de Jesus?
Gesto concreto. Participar com
piedade das celebrações da Semana Santa, reconhecendo nelas o mistério do amor
de Deus por nós.
Espiritualidade. Sentir-se chamado
a não se calar diante das injustiças presentes no mundo.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José,
mercedário
Ressurreição do Senhor – Jesus é
vencedor da morte.
1ª leitura. (At 10,34a.37-43). Pedro
anuncia o querigma: Jesus é o ungido de Deus, passou pelo mundo fazendo bem,
foi morto, mas Deus o ressuscitou.
Salmo. 117(118). O salmista canta a
libertação que Deus realizou em sua vida.
2ª leitura. (Cl 3,1-4). Paulo
ensina à comunidade que se a mesma ressuscitou com Cristo pelo batismo, agora
deve buscar as coisas do alto.
Evangelho. (Jo 20, 1-9). Diante do
túmulo vazio Madalena desespera, Pedro procura entender e o discípulo amado crê
que Jesus ressuscitou.
Trazendo os textos pra perto da
gente. A ressurreição de Jesus é resposta do Pai à sua vida justa e de
solidariedade aos sofridos (1ª leitura). Uma vez que fomos batizados na morte e
ressurreição de Jesus, devemos agora ter norma de nossa vida o evangelho, para
vivermos segundo Deus (2ª leitura). Diante das situações de morte devemos
sempre crer na força da vida, pois a palavra final de Deus a respeito de nossa
história não é a morte, mas sim a vida plena (evangelho).
Para pensar. A vida sempre vence a
morte: cremos nisso? Anunciamos isso aos demais? Testemunhamos a nossa fé na
ressurreição?
Gesto concreto. Diante das
tribulações e contrariedades da vida ter uma postura otimista e de fé.
Espiritualidade. Sempre manter o
otimismo diante das dificuldades da vida.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José,
mercedário
Quarta feira de cinzas – chamados à
penitência.
1ª leitura. (Jl 2,12-18). O profeta
Joel convida a todo o povo a fazer penitência e a mudar de vida. Diante do
arrependimento do povo, Deus desiste do castigo ameaçado.
Salmo. 50(51). O salmista confessa
seu pecado diante de Deus e faz experiência de sua misericórdia.
2ª leitura. (2Cor 5,20-6,2). Paulo
ensina à comunidade cristã de Corinto, que somos embaixadores da reconciliação
e que devemos nos deixar reconciliar com Deus.
Evangelho. (Mt 6,1-6.16- 18). Jesus
ensina aos seus discípulos que as práticas de piedade não devem ser feitas para
ganhar elogios dos homens, mas para nos favorecer a comunhão com Deus.
Trazendo os textos pra perto da
gente. Iniciamos o tempo litúrgico da quaresma que nos prepara para celebrar a
Paixão e Ressurreição de Jesus. Nesses quarenta dias somos convocados a fazer
penitência e a assumir o convite à conversão. Através do jejum conseguimos o
autodomínio; através da esmola exercermos a nossa solidariedade para com os
pobres e através da oração, crescemos em nossa comunhão com Deus. Dessa forma
bem nos preparamos para a celebração da festa maior do Cristianismo.
Para pensar. O que preciso jejuar
nessa quaresma? O que preciso partilhar com os demais nessa quaresma? Quanto
tempo por dia, tirarei para estar junto de Deus em oração?
Espiritualidade. Cultivar o exame
de consciência como meio de crescimento na vida espiritual.
Gesto concreto. Aquilo que for
objeto de nosso jejum quaresmal deve ser tornado esmola, ou seja partilhado com
os pobres.
Deus nos abençoe e nos conceda
santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário
Quinta feira Santa – Eucaristia:
memorial de Jesus
1ª leitura. (Ex 12,1-8.11- 14). Narrativa
da instituição da festa da Páscoa que lembra a Passagem de Deus por sobre o
Egito ferindo seus primogênitos e libertando os hebreus da escravidão.
Salmo. 115(116B). O salmista oferta
um sacrifício de louvor pela libertação recebida de Deus.
2ª leitura. (1Cor 11,23-26). Paulo
conta a tradição eucarística recebida: que na última ceia, Jesus institui o
memorial de seu Corpo e Sangue, como forma de aguardar sua segunda vinda.
Evangelho. (Jo 13,1-15). Jesus na
última ceia lava os pés dos discípulos e ordena-lhes que façam o mesmo uns com
os outros.
Trazendo os textos pra perto da
gente. Celebramos hoje a instituição da Eucaristia, Jesus que nos deixa o mandamento
do amor e do serviço aos irmãos. Numa ceia pascal, Jesus instituiu o memorial
de Seu Corpo e Sangue, como forma dos discípulos sempre recordarem a sua vida e
presença (2ª leitura). Celebrar o memorial de Jesus é celebrar libertação mais
profunda do que a da páscoa judaica (1ª leitura): é celebrar a libertação do
pecado e da morte eterna das quais Jesus veio nos resgatar. A eucaristia deve
se traduzir, no dia a dia, no amor gratuito e no serviço aos irmãos de
comunidade e aos mais necessitados (evangelho).
Para pensar. Ao participar da santa
missa nos comprometemos em amar e servir aos irmãos como Jesus o fez? Ao
participar da santa missa, nos tornamos mais parecidos com Jesus procurando
imitar os exemplos de sua vida?
Gesto concreto. Participar com devoção
da eucaristia como encontro pessoal e comunitário com Jesus Ressuscitado.
Espiritualidade. Colocar a vida a serviço
dos demais.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José,
mercedário
Sábado Santo – A vida venceu a
morte: Jesus ressuscitou, aleluia!
1ª leitura. (Gn 1,1.26-31a). Deus
cria o ser humano à sua imagem e semelhança, lhes ordena fecundidade e cuidar
da Criação.
Salmo. 103(104). O salmista canta o
cuidado divino para com a Criação.
2ª leitura. (Gn 22,1-2.9a.10-
13.15-18). Abraão se dispõe a sacrificar seu filho Isaac, ao que Deus intervém
e lhe promete descendência.
Salmo. 15(16). O salmista canta a
proteção divina e alegria de caminhar com Deus.
3ª leitura. (Ex 14,15-15,1). Deus
liberta os hebreus, através de Moisés, passando-os pelo Mar Vermelho.
Salmo. (Ex 15,1-2.3- 4.5-6.17- 18).
Cântico de libertação: Deus destrói os opressores e salva os oprimidos.
4ª leitura. (Ez 36,16-17a.18- 28). Deus
através do profeta Ezequiel promete reunir os povo de Israel disperso entre as
nações e promete-lhes dar um novo coração que siga os mandamentos.
Salmo. 41(42). O salmista canta o
seu desejo de peregrinar e contemplar a Deus em seu Templo.
5ª leitura. (Rm 6,3-11). Paulo
ensina à comunidade que fomos batizados na morte e ressurreição de Jesus: por
isso a necessidade de vivermos uma vida nova.
Salmo. 117(118). O salmista canta
as maravilhas que Deus realizou em sua vida.
Evangelho. (Mc 16,1-7). As mulheres
ao chegarem no túmulo se deparam com o anúncio de que Jesus está vivo e espera
aos discípulos na Galiléia.
Trazendo os textos pra perto da
gente. Na tradição da Igreja, nessa noite é que se batizava os novos cristãos.
O batismo significa a vida nova que recebemos de Jesus Ressuscitado: por isso é
nova criação (1ª leitura), é receber um coração obediente a Deus pelo Espírito
(4ª leitura); ao sermos mergulhados na água, recebemos a libertação de nossos
pecados (3ª leitura). Deus que poupou o filho de Abraão, permite a entrega de
Jesus pela nossa salvação (2ª leitura), pois uma vez Ressuscitado, a morte não
tem mais poder sobre Jesus (evangelho). Por isso, como batizados, devemos viver
uma vida nova e não a vida de pecado de quem não caminha com Jesus (5ª
leitura).
Para pensar. Nosso testemunho
cristão anuncia aos demais que a vida sempre é vendedora da morte?
Gesto concreto. Recordar o nosso
batismo como momento no qual herdamos a vida eterna e a vida nova em Jesus.
Espiritualidade. Abraçar a vida
nova em Cristo herdada em nosso batismo.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José,
mercedário