sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

TEMPO PASCAL II

6º DOMINGO PASCAL – AMO A JESUS QUANDO VIVO SUA PALAVRA
1ª leitura At 15,1-2.22-29. Diante do rigorismo dos judaizantes, os apóstolos reunidos decidem não impor as normas judaicas sobre os pagãos convertidos ao cristianismo.
Salmo 66(67). O salmista manifesta a Deus o desejo de que todas as nações o glorifiquem.
2ª leitura Ap 21,10-14.22-23. João, o vidente, contempla a Jerusalém descida do céu, alicerçada nos apóstolos, tendo a Deus e o Cordeiro como suas luzes.
Evangelho Jo 14,23-29. Jesus ensina que amá-lo é guardar sua Palavra, nisso Ele e o Pai morarão no coração do fiel. Promete a vinda do Espírito e deixa a sua paz.
Trazendo os textos pra perto da gente. Se os apóstolos não tivessem sido abertos ao novo que se lhes apresentava, o cristianismo correria o risco de ser mera seita judaica e não anúncio da Boa Nova a todos os povos (1ª leitura). Quando vivemos a Palavra de Jesus, nos tornamos “templo de Deus”, pois Ele vem morar em nosso coração (evangelho). O Espírito Santo é presença de Deus em nosso interior que faz reconhecer a presença divina em nossa vida e ao nosso redor (2ª leitura). Experimentamos a Jesus Ressuscitado em nossa vida quando vivemos sua Palavra.
Para pensar. Quais costumes rigoristas há em nossa comunidade que precisam ser mudados?
Gesto concreto.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR – EVANGELIZAR: NOSSA MISSÃO
1ª leitura At 1,1-11. Jesus promete a vinda do Espírito Santo e sobe aos céus, ao passo que os discípulos recebem a promessa de que Ele voltará.
Salmo 46(47). O salmista convoca os povos ao louvor de Deus que reina sobre todas as nações.
2ª leitura Ef 1,17-23. Paulo ensina que Deus exaltou Jesus – a cabeça da Igreja – sobre  todo poder e autoridade mediante a sua ressurreição.
Evangelho Lc 24,46-53. Jesus deixa aos discípulos a missão de serem testemunhas de sua ressurreição, lhes promete o Espírito Santo e é elevado aos céus.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos Jesus que volta para Casa do Pai, bem como celebramos a Missão Universal da Igreja, pois, segundo os evangelhos, antes de voltar para os céus, Jesus deixa a missão de evangelizar para os discípulos.  Aquele que foi o mais humilhado diante dos homens, agora é o mais exaltado por Deus (2ª leitura). A volta de Jesus ao Pai não significa seu abandono para com os discípulos, pois Ele enviará o Espírito Santo que lhes conduzirá na missão de anunciarem o evangelho, testemunhando Jesus (evangelho). Jesus, um dia, voltará para estabelecer definitivamente o Reino de Deus na História (1ª leitura). Experimentamos Jesus Ressuscitado quando assumimos a missão de evangelizar.
Para pensar. Assumimos de fato, como nossa, a missão evangelizadora da Igreja?
Gesto concreto. Realizar uma experiência missionária: falar de Jesus Cristo a quem não O conhece.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

VIGÍLIA DE PENTECOSTES
1ª leitura Jl 3,1-5. O profeta Joel, anuncia a vinda do Espírito Santo sobre todo ser vivo e todo o que invocar o nome do Senhor será salvo.
Salmo 103(104). O salmista louva a Deus que renova a criação mediante o seu Espírito.
2ª leitura Rm 8,22-27. Paulo ensina que a criação aguarda a manifestação dos filhos de Deus e que o Espírito Santo intercede em nós com gemidos inefáveis, socorrendo nossa fraqueza, uma vez que não sabemos rezar como convém.
Evangelho Jo 7,37-39. Jesus anuncia que quem crer Nele, de seu coração brotarão rios de água viva, simbolizando o Espírito Santo que haveria de ser derramado após sua Ressurreição.
Trazendo os textos pra perto da gente. Celebramos nesse dia a expectativa da vinda do Espírito Santo. Teologicamente falando o Espírito Santo é o amor entre o Pai e o Filho que os une. Esse amor é derramado em nós no batismo, como gérmem de nossa salvação (1ª leitura); move nosso interior rumo a Deus (2ª leitura) e faz com que o cristão busque a presença divina dentro de seu coração (evangelho). Segundo Lucas, foi o Espírito quem conduziu Jesus na missão; um cristão só pode sê-lo se viver segundo o Espírito Santo.
Para pensar. Em que situações somos dóceis e indóceis à ação do Espírito Santo?
Gesto concreto. Em todas as circunstâncias da vida, pedir ao Espírito Santo, luz e discernimento.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

SOLENIDADE DE PENTECOSTES – ESPÍRITO SANTO: MEMÓRIA DE JESUS
1ª leitura At 2,1-11. No dia de Pentecostes, o Espírito Santo veio sobre os discípulos que começaram a anunciar as maravilhas de Deus em outras línguas.
Salmo 103(104). O salmista louva a Deus que renova a criação mediante o seu Espírito.
2ª leitura Rm 8,8-17. Paulo ensina que recebemos um espírito de adoção que nos faz filhos de Deus; por isso não podemos viver “segundo a carne”.
Evangelho Jo 14,15-16.23b-26. Jesus promete a vinda do Espírito Santo que será para os discípulos Defensor, Memória do que Jesus fez e disse e ensinará os mistérios divinos.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos o derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja. Com essa solenidade encerramos o tempo pascal. A missão de construir o Reino de Deus agora é da Igreja (domingo passado) e para realizá-la, Deus nos envia seu Espírito Santo que nos recordará tudo o que Jesus fez e disse para construir o Reino, nos ensinará novas maneiras de construí-lo e nos defenderá quando for necessário testemunhar Jesus diante da sociedade mundana (evangelho). O Espírito Santo realiza na vida do cristão a sua comunhão com o Pai, fazendo-o viver uma relação filial (2ª leitura). O Espírito Santo renova a Aliança com Deus, escrevendo-a em nosso coração, por isso, o seu derramamento na festa judaica de Pentecostes, na qual os judeus celebravam a entrega da Lei a Moisés no Sinai (1ª leitura).
Para pensar. Vivemos uma vida “segundo o Espírito”, na condição de filhos de Deus, construindo o Reino de Deus, como Jesus?
Gesto concreto. Em todas as circunstâncias da vida, pedir ao Espírito Santo, luz e discernimento.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

semana santa e tempo pascal

Domingo de Ramos – do protesto pacífico ao cruel assassinato
1º evangelho. Lc 19,28-40. Jesus entra em Jerusalém e é aclamado como Messias.
1ª leitura. Is 50,4-7. O servo do Senhor permanece impassível diante das perseguições e sofrimentos, por causa de sua missão.
Salmo 21. O salmista expressa seu lamento a Deus diante da perseguição mas proclama que em breve será sua salvação.
2ª leitura. Fl 2,6-11. Paulo ensina que Jesus esvaziou-se de sua glória divina, assumiu a condição humana até a morte e que, por isso, Deus o exaltou.
Evangelho. Lc 22,14-23,56. O texto narra a última ceia, agonia de Jesus no horto, sua prisão, julgamento, crucificação e morte. Ele é o justo acusado e morto injustamente.
Trazendo os textos pra perto da gente. Nesta celebração abrimos de forma solene a Semana Santa, que nos recorda a última semana de Jesus. Hoje celebramos a entrada messiânica de Jesus em Jerusalém, mas recordamos também o seu cruel assassinato. Ao entrar em Jerusalém, Jesus assume a condição de Messias, suscitando esperança para seu povo (1º evangelho). Contestado pelas lideranças político-religiosas de seu tempo, Ele é preso e morto (1ª leitura / 2º evangelho). Nisso se realizou o mistério da Páscoa: Deus que assumiu nossa condição humana para nos libertar da morte eterna (2ª leitura).
Para pensar. Ao entrar em Jerusalém, Jesus protestou contra os poderosos de seu tempo. Contra quem hoje devemos protestar?
Gesto concreto. Participar, se possível, de todas as celebrações da Semana Santa, como última forma de preparação para a Páscoa.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Quinta feira Santa – Ceia que nos compromete em servir
1ª leitura Ex 12,1-8.11-14. O Senhor ensina a Moisés e Aarão como preparar o rito da Páscoa: da Passagem do Anjo por sobre as casas dos israelitas.
Salmo 115. O salmista louva a Deus que lhe quebrou os grilhões da escravidão.
2ª leitura 1Cor 11,23-26. Paulo repassa à comunidade de Corinto o que havia recebido por tradição: que na última ceia Jesus deixou o memorial da Eucaristia.
Evangelho Jo 13,1-15. Na última ceia, Jesus lava os pés dos discípulos, dando-lhes exemplo de serviço e humildade.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos a Instituição da Eucaristia, Instituição do Sacerdócio, o Mandamento do Amor e o Lava-Pés. Numa ceia pascal (1ª leitura), Jesus instituiu o memorial do seu Corpo e Sangue até que volte novamente (2ª leitura) e pediu que os discípulos repetissem essa ceia como recordação de sua memória (Instituição do Sacerdócio). Por isso a Igreja crê que, no pão e vinho consagrados, se faz presente Jesus Cristo Ressuscitado. Segundo João, nesta ceia, Jesus deixou o mandamento do amor como prática de seu seguimento e, ao lavar os pés dos doze, ensinou a vida cristã se traduz em serviço amoroso aos demais (evangelho).  
Para pensar. A minha participação na Eucaristia me faz colocar a vida a serviço dos demais?
Gesto concreto. Neste dia ficar um momento em adoração a Jesus na Eucaristia.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR – CRUZ: PROVA DE AMOR DE DEUS POR NÓS
1ª leitura. Is 52,13-15.53,1-12. Isaías narra o sofrimento e exaltação do Servo do Senhor. Pela sua entrega voluntária ele se torna causa de salvação para os demais.
Salmo 30. O salmista eleva seu lamento a Deus, em meio à perseguição, confiante de que Deus o salvará.
2ª leitura Heb 4,14-16; 5,7-9. O autor de Hebreus ensina que Jesus aprendeu a obediência mediante o seu sofrimento e por isso pode se compadecer de nós nos céus.
Evangelho Jo 18,1-40.19,1-42. João narra a morte de Jesus como uma entrega voluntária de sua vida como gesto de amor.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos a Paixão de Jesus. Do ponto de vista histórico trata-se do assassinato Daquele que, com seus gestos e palavras, procurou construir o Reino de Deus. Os líderes político-religiosos de seu tempo o consideraram uma ameaça e deram cabo de sua vida. Mas para os discípulos que experimentaram sua Ressurreição, a morte de Jesus foi uma prova do amor de Deus pela humanidade, pois através Dela, Deus reconciliava o mundo consigo (1ª leitura / 2ª leitura / evangelho).
Para pensar. Quem são os crucificados do mundo atual? Que devemos fazer para tirá-los da cruz?
Gesto concreto. Meditar neste dia, através da via-sacra, a entrega de amor de Deus por cada um de nós.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

VIGÍLIA PASCAL – DAS TREVAS DA MORTE BRILHOU A LUZ DA VIDA
1ª leitura Gn 1,1-2,2. De uma forma poética, o autor narra a criação do mundo e do ser humano. Deus viu que tudo era bom.
Salmo 32(33). O salmista canta o louvor de Deus pelo dom da criação.
2ª leitura Gn 22,1-18. O texto narra a disposição de Abraão em sacrificar Isaac e Deus demonstrando que não deseja sacrifícios humanos.
Salmo 15(16). O salmista, eleva sua oração a Deus, confiante de que Ele o livrará da morte.
3ª leitura Ex 14,15-15,1. O texto narra a passagem dos hebreus pelo mar vermelho.
Salmo Ex 15,1-2.3-4.5-6.17-18. Cântico de louvor a Deus que libertou os hebreus da escravidão.
4ª leitura Is 54,5-14. Deus promete, por meio do profeta Isaías, que haverá de desposar e restaurar novamente o seu povo.
Salmo 29(30). O salmista louva a Deus pelo fato de tê-lo livrado de seus inimigos em sua misericórdia.
5ª Leitura Rm 6,3-11. Paulo ensina que somos batizados na morte e ressurreição de Cristo, por isso devemos viver uma vida nova.
Salmo 117(118). O salmista canta o louvor de Deus que fez maravilhas em sua vida e que o livrará da morte.
Evangelho Lc 24,1-12. As mulheres encontram o túmulo vazio; o anjo lhes anuncia a ressurreição de Jesus e elas o anunciam aos apóstolos.
Trazendo os textos pra perto da gente. Celebramos nessa noite a Vigília Pascal, noite na qual os cristãos renasciam para vida nova mediante o batismo. Deus nos criou por amor (1ª leitura) mas pelo pecado perdemos a comunhão divina. No entanto, Deus em sua misericórdia quer nos restaurar e salvar (4ª leitura). Para isso Ele enviou seu Filho Jesus para que, através de sua vida, morte e ressurreição, pudéssemos adquirir vida nova (5ª leitura). Ao passar pelas águas do batismo somos libertos da pior das escravidões: a do pecado (3ª leitura). Deus não deseja nossa morte (2ª leitura), mas pela entrega de seu Filho, nos dá a vida. Aquele que foi morto injustamente é ressuscitado pelo Pai, para que todo aquele que O seguir tenha vida eterna. Nesta noite renovemos nossas promessas batismais, seguindo a Jesus, para que a vida eterna, um dia em nós, seja realidade.
Para pensar. Somos fiéis aos nossos compromissos batismais?
Gesto concreto. Aprofundar o sentido do sacramento do batismo e suas consequências para vida cotidiana.
Deus nos abençoe. Feliz Páscoa. Fr. Inácio José, mercedário

DOMINGO DE PÁSCOA – VIDA NOVA EM CRISTO
1ª leitura At 10,34a. 37-43. Pedro anuncia o querigma: Jesus foi ungido por Deus, libertou o mundo do mal, foi morto, mas ressuscitado pelo Pai e Nele temos o perdão dos pecados.
Salmo 117(118). O salmista canta o louvor divino que fez maravilhas libertando-o da morte.
2ª leitura 1Cor 5,6b-8. Paulo exorta a lançarmos fora o fermento da maldade, porque nosso cordeiro pascal já foi imolado: Cristo.
Evangelho Lc 24,13-35. Os discípulos de Emaús fazem a experiência com Jesus Ressuscitado na vida, na escuta e explicação da Palavra e na partilha do pão.
Trazendo os textos pra perto da gente. Celebramos hoje a Ressurreição de Jesus: Jesus vive eternamente, a morte não tem mais poder sobre Ele. No mistério de sua morte e ressurreição Deus perdoou os nossos pecados (1ª leitura), por isso, enquanto batizados, devemos viver uma vida nova e santa (2ª leitura). O Ressuscitado mesmo nos acompanha em nossa vida de discípulos, nos abre os ouvidos para escutar a sua Palavra e nos dá seu corpo e sangue na Eucaristia (evangelho). Assim experimentamos Jesus vivo e real em nossa história.
Para pensar. Em que áreas de nossa vida testemunhamos a vida nova recebida em nosso batismo?
Gesto concreto. Aprofundar o significado do sacramento do batismo e suas consequências em nossa vida cotidiana.
Deus nos abençoe. Feliz Páscoa. Fr. Inácio José, mercedário

2º DOMINGO PASCAL – A JESUS SE EXPERIMENTA NA COMUNIDADE
1ª leitura At 5,12-16. Os apóstolos realizavam muitos sinais e todos os doentes eram curados por eles.
Salmo 117(118). O salmista canta o louvor divino que fez maravilhas libertando-o da morte.
2ª leitura Ap 1,9-11a.12-13.17-19. João, o vidente, vê Jesus Ressuscitado que lhe revelará os mistérios da História.
Evangelho Jo 20,19-31. Jesus Ressuscitado se manifesta à comunidade, à qual Tomé ausente não dá crédito ao testemunho. Depois, Tomé na comunidade, experimenta o Ressucitado e faz sua profissão de fé.
Trazendo os textos pra perto da gente. Vivemos o tempo pascal, que deseja nos ensinar a experimentar Jesus Ressuscitado em nossa vida. A Tradição da Igreja nos ensina que, sobretudo através dos Sacramentos, experimentamos o Vivente, Aquele que dá sentido à História (2ª leitura). Precisamos estar numa comunidade cristã, num ambiente de fraternidade e reconciliação, para perceber Jesus. Sozinhos não há experiência verdadeira, pois a comunidade é que corrobora a presença do Ressuscitado (evangelho). Uma comunidade curadora também é presença de Jesus (1ª leitura).
Para pensar. Valorizo a comunidade cristã a qual participo?
Gesto concreto. Acolher os que andam afastados da comunidade cristã.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

3º DOMINGO PASCAL – CHAMADOS A TESTEMUNHAR A RESSURREIÇÃO
1ª leitura At 5,27b-32.40b-41. Os apóstolos, mesmo diante da perseguição e castigo por parte do Sinédrio, continuam a testemunhar que Jesus ressuscitou.
Salmo 29(30). O salmista louva a Deus por que o salvou dos inimigos e da morte.
2ª leitura Ap 5,11-14. João, o vidente, contempla a liturgia celeste de louvor ao Cordeiro Imolado: Jesus Ressuscitado.
Evangelho Jo 21,1-14. Jesus Ressuscitado se manifesta ao discípulos, comendo com eles e proporcionando uma pesca abundante.
Trazendo os textos pra perto da gente. As narrativas das “aparições do Ressuscitado” são catequeses que mostram como os primeiros discípulos experimentavam a presença do Ressuscitado, que vive para sempre nos céus (2ª leitura). Experimentavam-No: na comensalidade fraterna – comer juntos, que traduz uma vida fraterna – e nos frutos dos trabalhos de evangelização – pesca abundante (evangelho). Da mesma forma que eles, não devemos temer as perseguições por causa do evangelho (1ª leitura).
Para pensar. Tememos falar de Jesus? Quais frutos nosso trabalho pastoral tem dado?
Gesto concreto. Conversar sobre Jesus Cristo com seus familiares.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

4º DOMINGO PASCAL – SEJAMOS BONS PASTORES DO POVO DE DEUS
1ª Leitura At 13,14.43-52. Paulo e Barnabé pregam o evangelho aos pagãos; são rejeitados pelos judeus e interpretam essa rejeição à luz da Palavra.
Salmo 99(100). O salmista convida o povo a entrar nos átrios de Deus e se deixar pastorear pelo Senhor.
2ª Leitura Ap 7,9.14b-17. João, o vidente, contempla uma multidão incontável diante do Cordeiro Imolado: são os mártires que testemunharam com o sangue sua fé em Jesus.
Evangelho Jo 10,27-30. Jesus afirma que suas ovelhas conhecem sua voz; que Ele nunca as perderá e lhes dará a vida eterna.
Trazendo os textos pra perto da gente. Celebramos hoje o Domingo do Bom Pastor. Os primeiros cristãos chamaram Jesus assim porque reconheceram nele o Líder mandado por Deus para a salvação da humanidade. Quem é de Jesus escuta sempre a sua voz (evangelho) e se deixam guiar pelos líderes que Jesus colocou à frente de sua comunidade (1ª leitura). Somos chamados a testemunhar Jesus diante da sociedade para que, um dia, estejamos diante Dele na glória (2ª leitura). Hoje aprendemos que experimentamos a presença do Ressuscitado nos “bons pastores” de nossas comunidades cristãs.
Para pensar. Nossas lideranças cristãs tem nos mostrado como viver o evangelho?
Gesto concreto. Rezar pelos bispos, padres, diáconos, líderes de comunidades, pastorais e movimentos, para sejam bons pastores do Povo de Deus.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

5º DOMINGO PASCAL – O AMOR RENOVA A CRIAÇÃO
1ª Leitura At 14,21b-27. Paulo e Barnabé em seu trabalho missionário encorajam os discípulos a permanecerem firmes diante do sofrimento pelo Reino.
Salmo 144(145). O salmista bendiz a Deus que é misericórdia, bondade e compaixão.
2ª leitura Ap 21,1-5ª. João, o vidente, contempla a Nova Jerusalém descida do céu, a nova terra e novo céu, onde não há mais sofrimento e Deus viverá junto a seu povo.
Evangelho Jo 13,31-33a.34-35. Jesus dá seu mandamento aos discípulos: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.
Trazendo os textos pra perto da gente. A mensagem cristã deve ser anunciada a todas as pessoas: ser missionário é parte integrante do ser cristão (1ª leitura). Ao contrário do que muitos pensam, Deus não vai destruir o mundo no fim dos tempos, mas vai renová-lo, restaurando aquilo que foi perdido por causa do nosso pecado (2ª leitura). O mundo novo sonhado por Deus – Reino de Deus – já começa em nossa história quando somos verdadeiros discípulos de Jesus vivendo seu mandamento do amor (evangelho). Experimentamos Jesus Ressuscitado quando vivemos o verdadeiro amor fraterno.
Para pensar. Em nosso dia a dia, temos vivido o mandamento do amor: amar as pessoas como Jesus as ama?
Gesto concreto. Examinar nossos relacionamentos para perceber em que precisamos amadurecer em nosso amor fraterno.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

quinta feira santa

Quinta feira Santa – Ceia que nos compromete em servir
1ª leitura Ex 12,1-8.11-14. O Senhor ensina a Moisés e Aarão como preparar o rito da Páscoa: da Passagem do Anjo por sobre as casas dos israelitas.
Salmo 115. O salmista louva a Deus que lhe quebrou os grilhões da escravidão.
2ª leitura 1Cor 11,23-26. Paulo repassa à comunidade de Corinto o que havia recebido por tradição: que na última ceia Jesus deixou o memorial da Eucaristia.
Evangelho Jo 13,1-15. Na última ceia, Jesus lava os pés dos discípulos, dando-lhes exemplo de serviço e humildade.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos a Instituição da Eucaristia, Instituição do Sacerdócio, o Mandamento do Amor e o Lava-Pés. Numa ceia pascal (1ª leitura), Jesus instituiu o memorial do seu Corpo e Sangue até que volte novamente (2ª leitura) e pediu que os discípulos repetissem essa ceia como recordação de sua memória (Instituição do Sacerdócio). Por isso a Igreja crê que, no pão e vinho consagrados, se faz presente Jesus Cristo Ressuscitado. Segundo João, nesta ceia, Jesus deixou o mandamento do amor como prática de seu seguimento e, ao lavar os pés dos doze, ensinou a vida cristã se traduz em serviço amoroso aos demais (evangelho).  
Para pensar. A minha participação na Eucaristia me faz colocar a vida a serviço dos demais?
Gesto concreto. Neste dia ficar um momento em adoração a Jesus na Eucaristia.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

domingo de ramos

Domingo de Ramos – do protesto pacífico ao cruel assassinato
1º evangelho. Lc 19,28-40. Jesus entra em Jerusalém e é aclamado como Messias.
1ª leitura. Is 50,4-7. O servo do Senhor permanece impassível diante das perseguições e sofrimentos, por causa de sua missão.
Salmo 21. O salmista expressa seu lamento a Deus diante da perseguição mas proclama que em breve será sua salvação.
2ª leitura. Fl 2,6-11. Paulo ensina que Jesus esvaziou-se de sua glória divina, assumiu a condição humana até a morte e que, por isso, Deus o exaltou.
Evangelho. Lc 22,14-23,56. O texto narra a última ceia, agonia de Jesus no horto, sua prisão, julgamento, crucificação e morte. Ele é o justo acusado e morto injustamente.
Trazendo os textos pra perto da gente. Nesta celebração abrimos de forma solene a Semana Santa, que nos recorda a última semana de Jesus. Hoje celebramos a entrada messiânica de Jesus em Jerusalém, mas recordamos também o seu cruel assassinato. Ao entrar em Jerusalém, Jesus assume a condição de Messias, suscitando esperança para seu povo (1º evangelho). Contestado pelas lideranças político-religiosas de seu tempo, Ele é preso e morto (1ª leitura / 2º evangelho). Nisso se realizou o mistério da Páscoa: Deus que assumiu nossa condição humana para nos libertar da morte eterna (2ª leitura).
Para pensar. Ao entrar em Jerusalém, Jesus protestou contra os poderosos de seu tempo. Contra quem hoje devemos protestar?
Gesto concreto. Participar, se possível, de todas as celebrações da Semana Santa, como última forma de preparação para a Páscoa.

Deus nos abencoe. Fr. Inácio José, mercedário

sábado, 28 de março de 2015

solenidades tempo comum

Solenidade do Corpo de Deus – eucaristia: aliança com Deus e com os irmãos.
1ª leitura. Ex 24,3-8. Moisés realiza o rito de aliança ao pé do Sinai, após comunicar os termos dessa mesma aliança ao povo e o povo a ter aceitado.
Salmo. Sl 115. O salmista canta os sacrifícios
2ª leitura. Hb 9,11-15. O autor de Hebreus nos ensina que o sacrifício de Jesus é imensamente superior aos sacrifícios do Antigo Testamento, pois que Jesus com sua única entrega expiou o nosso pecado, fazendo-nos dignos de cultuar espiritualmente a Deus.
Evangelho. Mc 14,12-16.22-26. O texto narra a preparação e a última ceia, na qual Jesus antecipa a entrega de seu corpo e sangue como sinal da nova e definitiva aliança, que é derramado por muitos.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos, com solenidade, a presença de Jesus na Eucaristia, memorial da entrega de seu corpo e sangue. Para o povo judeu, os pecados somente eram perdoados através do derramamento de sangue (1ª leitura). Para os cristãos, o sangue de Cristo, uma vez derramado, perdoou-nos todo pecado e nos fez partícipes da nova aliança (2ª leitura / evangelho) com Deus. O sacramento da eucaristia é sacramento de comunhão. Portanto deve fazer brotar na comunidade a comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Para pensar. Quando comungo do corpo e sangue do Senhor me comprometo em comungar da vida dos irmãos e de minha comunidade de fé? Participo com devoção da eucaristia sendo momento de renovação de minha aliança com Deus e com meus irmãos?
Gesto concreto. Nessa semana realizar um momento de adoração a Jesus presente na eucaristia.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Solenidade da Santíssima Trindade – Deus não é solidão
1ª leitura. Dt 4,32-34.39-40. Moisés conclama o povo a pensar sobre a proximidade e eleições divinas para com o povo. Exorta o povo a reconhecer o único Deus e a obedecer os seus mandamentos.
Salmo. Sl 32. O salmista canta ao Deus criador que protege aos que lhe temem e confiam.
2ª leitura. Rm 8,14-17. Paulo ensina à comunidade que recebemos um espírito de adoção filial. Portanto somos filhos de Deus e não mais escravos; herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo.
Evangelho. Mt 28,16-20. Antes de voltar ao Pai, Jesus envia seus discípulos com a missão de evangelizar todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos o mistério de Deus que se revela como Pai, Filho e Espírito Santo. Celebramos Deus enquanto Criador, Salvador e Santificador. A Trindade Santa é para a comunidade cristã, o exemplo de como podemos ser unidos mesmo sendo diversos. O Pai cria e mantém a criação (1ª leitura). O Filho nos reconcilia com o Pai. O Espírito nos mantém na comunhão com Jesus e o Pai (2ª leitura). Entender esse belo mistério, para a nossa razão humana, será impossível, mas podemos experimentá-lo na medida em que crescermos na comunhão com os irmãos de comunidade.  Nos tornamos discípulos de Jesus, sendo batizados no mistério da Trindade Santa (evangelho).
Para pensar. Favoreço a nossa comunidade a crescer na unidade, paz e fraternidade? Que atitudes acontecem em nossa comunidade que prejudicam a unidade? Que podemos fazer para combate-las?
Gesto concreto. Valorizar o outro que pensa diferente de mim, crescendo na união com ele.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Solenidade de São Pedro e São Paulo – duas colunas da Igreja
1ª leitura. At 12,1-11. O texto narra a perseguição, prisão e libertação de Pedro.
Salmo. 33. O salmista canta a Deus que lhe protege em todos os momentos da vida.
2ª leitura. 2Tm 4,6-8.17-18. Paulo na prisão, sentindo que seu martírio se aproxima, aguarda com confiança a resposta divina por todo seu trabalho missionário.
Evangelho. Mt 16,13-19. Pedro proclama Jesus como messias e recebe as chaves da liderança da comunidade cristã.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos duas colunas da Igreja: Pedro e Paulo. Pedro evangelizou os judeus. Paulo evangelizou os não-judeus (pagãos). A igreja deve ter um pouco dos dois: evangelizar os de dentro da comunidade, bem como ser missionária e levar o evangelho aos que não o conhecem. Ambos sofreram o martírio, porque foram fiéis ao anúncio do evangelho, na construção do Reino de Deus, em meio àquele mundo injusto. Aprendamos com os dois a testemunharmos Jesus mesmo que nos custe perseguição.
Para pensar. Quais atividades existem em nossa comunidade de evangelização dos membros da comunidade? Quais atividades missionárias existem em nossa comunidade?
Gesto concreto. Procurar formar pequenos grupos de estudo da fé católica na comunidade. Visitar os que não frequentam a comunidade e convidá-los a participar.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

tempo pascal

2º domingo da Páscoa – Em que comunidade Jesus Ressuscitado se manifesta?
1ª leitura. Atos narra as características da primeira comunidade cristã: unidade, testemunho da Ressurreição de Jesus, os bens eram postos em comum e partilhados entre todos. Não havia pobres.
Salmo. O salmista canta os louvores de Deus que realiza maravilhas em seu favor.
2ª leitura. João ensina que amar a Deus implica em guardar seus mandamentos e amar aos irmãos de comunidade.
Evangelho. Jesus ressuscitado se manifesta à comunidade e Tomé não crê no testemunho da mesma.
Trazendo os textos pra perto da gente. O tempo pascal quer nos ensinar a reconhecer a presença do Ressuscitado em nossa vida, da mesma forma como os primeiros discípulos tiveram de aprender a reconhecer sua nova presença em meio a eles. Em que comunidade Jesus se manifesta? Numa comunidade onde haja partilha dos bens e combate à pobreza (1ª leitura); numa comunidade na qual as pessoas se amem e guardam os mandamentos (2ª leitura); numa comunidade que aposta na vitória da vida e não buscar “ver para crer” mas que crê na Ressurreição apesar dos sinais de morte presentes em seu meio (evangelho).
Para pensar. Nossa comunidade se parece com a primeira comunidade cristã? Em que precisamos melhorar.
Gesto concreto. Partilhar: uma cesta básica com uma família carente.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

3º domingo da Páscoa – ter medo e duvidar impedem crer na Ressurreição
1ª leitura. Pedro corajosamente prega o “primeiro anúncio cristão” (querigma), convocando o povo à conversão.
Salmo. O salmista, confiante, expressa sua prece a Deus depositando Nele sua segurança.
2ª leitura. João apresenta Jesus como nosso “advogado” junto ao Pai e nos ensina que conhecer a Deus se traduz em guardar os seus mandamentos.
Evangelho. Jesus ressuscitado se manifesta à comunidade, que ainda resiste a crer na ressurreição. Jesus convoca os discípulos a anunciarem sua paixão – morte – ressurreição mediante o testemunho.
Trazendo os textos pra perto da gente. Não foi fácil para a primeira comunidade cristã crer na ressurreição de Jesus. Tiveram de superar a dúvida e o medo (evangelho). É preciso crer primeiro para experimentar Jesus de uma maneira nova. Uma vez que isso acontece daí brota a coragem de anunciar e testemunhar Jesus como o messias enviado pelo Pai para salvar o mundo (1ª leitura / evangelho). Testemunhar Jesus Vivo implica em guardar os mandamentos e viver na fidelidade ao Pai (2ª leitura).
Para pensar. Duvidamos que a força da vida é mais forte que a morte? Vivemos de tal forma que as pessoas percebam que Jesus está vivo em nosso meio?
Gesto concreto. Ser otimista na vida: diante dos problemas sempre crer na vitória da vida e do bem.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

4º domingo da Páscoa – Jesus está vivo nos bons pastores da comunidade
1ª leitura. Pedro responde ao Sinédrio que Jesus está vivo e é o único salvador. Jesus que foi rejeitado tornou a fonte de salvação.
Salmo. O salmista canta as maravilhas que Deus realiza através daquele que o mundo rejeita.
2ª leitura. João nos ensina que somos filhos de Deus e que um dia essa glória haverá de manifestar plenamente.
Evangelho. Jesus se apresenta como o bom pastor que dá a vida pelas ovelhas, conhece e é conhecido pelas suas ovelhas; que procura reunir as dispersas. Jesus entrega sua vida por amor.
Trazendo os textos pra perto da gente. As primeiras comunidades experimentam Jesus como bom pastor: ama, cuida, dá sua vida pelo seu povo (evangelho). Hoje experimentamos Jesus Vivo naqueles que exercem o mesmo cuidado pelos que sofrem. É preciso ter cuidado pelos que são rejeitados pelo mundo, porque Deus podem fazer deles caminho de salvação para conosco (1ª leitura / salmo). Dito de forma simples: salvação é reavermos a nossa relação de filhos para com o Pai (2ª leitura) e de irmãos para com o próximo.
Para pensar. Quem são as pessoas em nossa comunidade que exercem com amor o cuidado para com os irmãos? Quem são os rejeitados de nossa comunidade?
Gesto concreto. Nessa semana cuidar de um doente ou idoso, sendo bom pastor.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

5º domingo da Páscoa – amor: essência do cristianismo.
1ª leitura. Saulo, após a conversão, volta a Jerusalém e tem dificuldades de se integrar na comunidade cristã. Porém, pregava com firmeza a ressurreição de Jesus.
Salmo. O salmista canta os louvores de Deus a quem todos os povos adorarão.
2ª leitura. João nos ensina que não devemos amar em teorias, mas sim na prática. Deus deseja que creiamos em Jesus e nos amemos como Jesus nos ama, com ações e de verdade.
Evangelho. Jesus se apresenta como a videira verdadeira na qual devemos estar unidos para permanecer no Pai. Sem estarmos unidos a Jesus não daremos os frutos que o Pai deseja.
Trazendo os textos pra perto da gente. Jesus é o caminho que nos leva ao Pai. Para estarmos unidos a Jesus precisamos guardar os mandamentos e amar ao próximo do mesmo modo como Jesus o ama, ou seja, dando a vida (2ª leitura). Assumindo esse caminho de discipulado, o Pai nos purifica de nossos pecados (evangelho) e daí podemos, com ousadia, anunciar com palavras e com a vida a Ressurreição de Jesus (1ª leitura). A essência do cristianismo se resume no amor: amar a Deus, guardando seus mandamentos, amar o próximo – com gestos de caridade e solidariedade, como Jesus o ama.
Para pensar. Nossa comunidade ama os pobres, doentes, idosos e excluídos do modo como Jesus os ama? Em que precisamos melhorar?
Gesto concreto. Nessa semana visitar um doente ou idoso, amando-o como Cristo o ama.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

6º domingo da Páscoa – o amor cristão rompe fronteiras
1ª leitura. Pedro descobre que Deus não faz acepção de pessoas e que o Espírito Santo também era derramado sobre os pagãos (não judeus). A comunidade cristã se abre para os pagãos.
Salmo. O salmista canta os louvores de Deus que faz conhecer sua salvação a todos os povos.
2ª leitura. João nos convoca a amarmo-nos uns aos outros: que ama conhece a Deus e Deus foi quem nos amou primeiro nos enviando Jesus para a nossa salvação.
Evangelho. Jesus nos deixa o mandamento do amor: amarmo-nos como Ele nos ama. Deus nos escolheu para que déssemos frutos: o amor mútuo. Conseguiremos viver o amor cristão se permanecermos em Jesus guardando os seus mandamentos.
Trazendo os textos pra perto da gente. O essencial da vida cristã é o amor. Através do amor conseguimos testemunhar para o mundo que Jesus está vivo em nosso meio e nos abrimos a acolher a amar a todas as pessoas (1ª leitura). O primeiro passo sempre deve ser nosso, a exemplo de Deus, que nos amou sem mérito algum de nossa parte, entregando-nos seu Filho para que Nele tenhamos vida. A comunidade testemunhará a ressurreição de Jesus quando viver o amor fraterno de verdade.
Para pensar. Como anda a nossa vida fraterna? Como anda o amor fraterno na comunidade e nas nossas famílias? Sabemos acolher os que pensam e agem diferente de nós?
Gesto concreto. Se há alguém com o qual não me relaciono, dar o primeiro passo, buscando a reconciliação.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Solenidade da Ascensão do Senhor – Jesus nos envia em missão
1ª leitura. Atos narra a ascensão de Jesus após 40 dias de catequese com os discípulos. Jesus promete a vinda do Espírito para fazer dos discípulos testemunhas da ressurreição em todo mundo e promete um dia seu retorno.
Salmo. O salmista canta os louvores de Deus que se eleva ao mais alto dos céus.
2ª leitura. Paulo exorta a comunidade a guardar a unidade pela paz, porque há um só Corpo de Cristo que é a comunidade unidade entre si.
Evangelho. Jesus, antes de voltar para o Pai, envia os discípulos em missão pelo mundo, que se sentem acompanhados por ele em seu trabalho missionário.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos duas realidades na Ascensão de Jesus: 1ª) Jesus levou nossa humanidade para junto de Deus mediante a sua ressurreição, pois Ele é verdadeiramente humano e verdadeiramente divino. 2ª) Ao voltar para o Pai, a missão de construir o Reino de Deus na história agora é da Igreja (discípulos de Jesus). Por isso não podemos ficar olhando para o céu esperando o Reino acontecer, mas arregaçar as mangas e trabalhar, seguindo os passos de Jesus, para que o Reino aconteça em nossa vida até que um dia ele se manifeste plenamente. Para isso Jesus derrama sobre nós seu Espírito (1ª leitura) que nos faz viver o amor fraterno (2ª leitura) que testemunha que Jesus vive.
Para pensar. Pelo sacramento do crisma somos enviados por Jesus a evangelizar o mundo. Temos sido fieis nessa missão?
Gesto concreto.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Solenidade de Pentecostes – Espírito Santo – memória do que Jesus fez
1ª leitura. Atos narra a vinda do Espírito provocando a união dos povos pela fé em Jesus.
Salmo. O salmista clama a vinda do Espírito que provoca a renovação da vida na terra.
2ª leitura. Paulo nos ensina que o Espírito provoca diversidade de dons e de ministérios mas todos vividos na unidade e na comunhão, tendo em vista o bem comum.
Evangelho. Jesus ressuscitado se manifesta à comunidade, envia a comunidade em missão e sopra sobre eles o Espírito Santo, lhes dando autoridade para perdoar os pecados.
Trazendo os textos pra perto da gente. O povo judeu celebrava em Pentecostes a festa das colheitas e da festa do dom da Torá, ou seja, o dia no qual Deus deu os mandamentos para seu povo no Sinai. Para o autor de At, o Espírito Santo vem para escrever essa mesma Palavra agora no coração de toda a humanidade, pois todas as nações podem se unir pela fé em Jesus (1ª leitura). O Espírito Santo é derramado sobre a comunidade para que ela continue a missão de Jesus (evangelho) construindo a reconciliação entre as pessoas. O Espírito Santo derrama inúmeros dons e carismas sobre os membros da comunidade, tendo em vista o bem da mesma comunidade e para que ela cresça na unidade e na comunhão de vida (2ª leitura).
Para pensar. Nossa comunidade sabe respeitar os diversos dons das pessoas e procura viver na unidade e comunhão?
Gesto concreto. Rezar pedindo que o Espírito Santo faça a Igreja crescer na unidade e no amor.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

QUE O SENHOR TE ABENÇOE

  QUE O SENHOR TE ABENÇOE! Na Solenidade da Santa Mãe de Deus , celebrada no início de cada ano, a liturgia propõe como primeira leitura o t...