segunda-feira, 19 de junho de 2017

leitura orante

Data: 19/06/17
Leitura Orante da Palavra – Citação: Jo 2,13-23
 passo – Leitura
O que o texto diz?
O texto diz que Jesus, expulsou do templo os cambistas, vendedores de pombos, bois e ovelhas; questionado pelos líderes do templo sobre um sinal, Jesus lhes responde dizendo “destruí este templo e em três dias reerguerei”, referindo-se ao templo do seu corpo.
 passo - Meditação
O que o texto diz para mim?
V. 16: “E disse aos que vendiam pombas: «Tirem isso daqui! Não transformem a casa de meu Pai num mercado.»”. Chama-me a atenção o zelo que Jesus tem pelo Templo e como Ele é contra a exploração religiosa dos pobres.
 passo - Contemplação
O que a Palavra me leva a experimentar?
A Palavra me leva a experimentar o carinho de Deus que se deixa encontrar nas limitações da Criação.
 passo - Oração
O que a Palavra me leva a falar com Deus?
Pai Santo, tu que és o Lugar onde existe toda a Criação, ajuda-nos a reconhecer cada ser humano como templo vivo de sua glória, como local onde podemos encontrar e amar a Ti. Por Cristo Nosso Senhor, amém.

 passo - Ação
O que a Palavra me leva a viver?
A Palavra me leva a viver um cuidado e um zelo maior pelos locais sagrados onde encontramos a Deus, mas sobretudo a pessoa humana que mais sofre.

locais de encontro com Deus

Os principais locais que podem ser manifestação da presença de Deus segundo a Bíblia eram:
1.       A tenda da reunião. Era o lugar sagrado reservado para a arca da aliança. Servia para o encontro de Deus com Moisés, o único que podia se colocar face a face com Deus, segundo a tradição eloísta. Já segundo a tradição deuteronomista, Davi mandou reconstruir a tenda do deserto e posteriormente, Salomão coloca a arca no Santo dos Santos, dentro do Templo de Jerusalém, centralizando ali o culto ao Senhor. A tradição sacerdotal, por sua vez, relembra os sacrifícios que Moisés devia fazer à entrada da tenda.
2.       A montanha do Sinai / Horeb. É a montanha onde Deus se revelou a Moisés. Para as tradições javista e sacerdotal, esta montanha é o lugar das aparições, das teofanias (manifestações divinas) e da aliança de Deus com o povo.
3.      Os santuários. Com o passar do tempo, a tenda da reunião deu lugar aos santuários, que são fixos, contruídos em lugares altos, ao ar livre, num pátio com um altar central. Destacam-se Betel, Siquem e Silo como principais santuários.  A tradição deuteronomista rememora os santuários onde as tribos se reuniam para celebrar a Páscoa e renovar a aliança com o Senhor. Ao redor desses santuários cresceram muitas tradições religiosas que contribuíram na redação dos escritos bíblicos.
4.      Templo de Jerusalém. Passou a ter central importância com a destruição dos templos locais. Era o lugar do encontro entre o céu e a terra, morada do Deus verdadeiro. Foi destruído pelos babilônios. Foi reconstruído pelos persas e ampliado por Hedores Magno. Como todo judeu piedoso fazia, tanto a família  de Jesus, quanto o próprio Jesus, frequentavam o Templo e o consideravam sagrado. Foi totalmente destruído pelos romanos no séc. I.
5.      A sinagoga. Centro religioso e cultural da vida judaica. Existem desde a época do exílio na Babilônia. Trata-se da casa de oração, estudo e reunião dos judeus. A comunidade se reunia todo sábado para adorar a Deus, rezava-se o Shemá Israel, as dezoito benções depois se lia e comentava a Torah e os profetas. Jesus e seus discípulos frequentavam as sinagogas. Somente após os anos 70 d.C, que acontece o distanciamento dos cristãos das sinagogas, passando a se reunir nas casas.
6.      Domus ekklesia, igrejas domésticas. Nascem a partir dos primeiros cristãos, que se reuniam nas casas para fazer memória de Jesus. Com a expulsão das sinagogas, passou a ser o principal meio de reunião dos cristãos. Bastava o quórum de três pessoas para acontecer a oração comuitária. A comunidade é presença viva do Cristo Ressuscitado em meio ao povo.  

Há outros lugares da manifestação de Deus? Justifique.

Como o próprio estudo nos indica, Deus não se reduz a um lugar para se manifestar. Portanto, existem outros locais e condições nas quais Deus pode se manifestar e, ou, na qual as pessoas podem experimentar a Deus. Falando de minha experiência pessoal, como músico e artista, indico a arte como local da experiência divina. Um teólogo protestante chamado Paul Tillich, escreveu uma obra chamada “Teologia da Cultura” na qual ele trabalha a tese de que a “experiência estética é experiência de Deus”, sendo que experiência estética é aquela experiência que o ser humano faz diante de uma obra de arte (dança, música, teatro, cinema, pintura etc) e na qual lhe provoca um extase, um contato com seu eu mais profundo, no qual profundo tocado, se provoca uma mudança interna, a pessoa se torna melhor, mais humana (conversão). Dito de forma simples, a pessoa se transforma profundamente por causa da experiência feita. Vale lembrar, que pra ele, uma arte profana pode fazer uma pessoa experimentar a Deus, muito mais do que uma arte religiosa. Todos nós já devemos ter feito essa experiência alguma vez na vida, o que seria, para o teólogo em questão, uma experiência, um encontro com Deus.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

leitura prante

Data: 15/06/17
Leitura Orante da Palavra – Citação: Sl 90 (91)
 passo – Leitura
O que o texto diz?
O salmo convida o fiel a confiar na proteção divina, que o guarda da peste, da violência, do terror noturno; depois convida a ver o destino dos injustos, abandonados à própria sorte, depois a promessa de que Deus estará sempre com o justo.
 passo - Meditação
O que o texto diz para mim?
V. 11 “pois ele ordenou aos seus anjos que guardem você em seus caminhos”. Esse versículo me chama a atenção, pois demonstra que Deus protege com amor e carinho os que Ele ama.
 passo - Contemplação
O que a Palavra me leva a experimentar?
A Palavra me leva a experimentar confiança na presença protetora de Deus em nossa vida.
 passo - Oração
O que a Palavra me leva a falar com Deus?
Pai de bondade, obrigado pela Tua presença amorosa em nossa vida. Fazei-nos que, a cada dia, lhe sintamos próximo, sobretudo nos momentos de angústia e dor. Por Cristo Nosso Senhor, amém.

 passo - Ação
O que a Palavra me leva a viver?
A Palavra me leva a confiar com mais intensidade em Deus, mesmo diante das dificuldades. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

senhora aparecida

Solenidade de Nossa Senhora Aparecida – 300 anos de amor e fé
1ª leitura. (Est 5,1b-2;7,2b- 3). Ester se coloca diante do rei Assuero e intercede pela salvação do povo de Israel.
Salmo. 44(45). O salmista canta a entronização da rainha no palácio real. Numa leitura alegórica, a Igreja contempla aqui a assunção de Maria aos céus.
2ª leitura. (Ap 12,1.5.13a.15-16a). João, o vidente, visualiza no céu, o combate entre a Igreja e o Mal. Numa leitura alégorica se contempla Maria nos céus.
Evangelho. (Jo 2,1-11). Jesus realiza seu primeiro sinal no casamento em Caná, graças a intercessão de sua mãe.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje damos graças a Deus por nos ter dado como padroeira de nossa nação, Maria Mãe de Jesus, sob o título de Aparecida. A Igreja crê que Maria está junto de Deus, intercedendo por nós (salmo e 1a leitura). Ela intercede sobretudo para que vivamos a nossa aliança, nosso “casamento” com Deus (evangelho). A Igreja contempla em Maria a sua esperança de salvação: nela já se realizou aquilo que um dia se realizará na Igreja no fim dos tempos (2ª leitura). Celebremos com júbilo os 300 anos de Aparecida, com renovado ardor de sermos discípulos e missionários de Jesus.
Para pensar. Nossa devoção a Maria tem nos levado a viver tudo o que Jesus nos pede no evangelho?
Gesto concreto. Rezar o terço nas intenções de nosso país.
Espiritualidade. Cultivar a disponibilidade ao serviço a exemplo de Maria.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

quinta-feira, 8 de junho de 2017

tempo comum

26º domingo comum – arrependimento, caminho de conversão
1ª leitura. Ez 18,25-28. O profeta Ezequiel ensina que quando o ímpio se arrepende da maldade praticada, ele conserva a própria vida.
Salmo 24. O salmista pede perdão a Deus pelos pecados cometidos no passado.
2ª leitura. Fl 2,1-11. Paulo exorta a comunidade cristã a ter os mesmos sentimentos de humildade de Cristo.
Evangelho. Mt 21,28-32. Jesus ensina que os pecadores arrependidos precederão os falsos piedosos no céu.
Trazendo os textos pra perto da gente. No início de seu ministério Jesus pregou a conversão, a mudança de vida. Os pecados, ao escutarem o apelo de João Batista, mudaram de vida, por isso serão salvos, ao passo que os fariseus inconvertidos não (evangelho). Quando arrependemos dos pecados e mudamos de conduta, conservamos a nossa vida diante de Deus (1ª leitura), por isso devemos constantemente revisar nossa vida diante do Senhor (salmo). Assim, teremos a humildade de Cristo para nos colocar a serviço dos irmãos (2ª leitura).
Para pensar. Faço o exame de consciência todos os dias?
Gesto concreto. Buscar o sacramento da confissão.
Espiritualidade. Cultivar a humildade. Não se sentir mais importante que ninguém.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

27º domingo comum – somos a vinha do Senhor
1ª leitura. Is 5,1-7. Usando a metáfora da vinha, o profeta anuncia o juízo de Deus sobre o povo de Israel, pois não produziu bons frutos.
Salmo 79. O salmista clama o cuidado divino para com a sua vinha (o povo).
2ª leitura. Fl 4,6-9. Paulo exorta a comunidade cristã a praticar o que aprenderam, afim de que o Deus da paz esteja com eles.
Evangelho. Mt 21,33-43. Jesus, através da parábola dos vinhateiros maus, ensina que a salvação será dada a outros povos.
Trazendo os textos pra perto da gente. Na tradição bíblica, vinha representa o povo de Deus. Deus enviou seu Filho para colher os frutos (boas obras) da vinha, mas recebeu a rejeição e a morte (evangelho). Por isso, no entender dos autores sagrados, Deus castiga e rejeita o povo (1ª leitura / salmo). Os frutos que devemos produzir são as boas obras, que nos aproximam da comunhão com Deus (2ª leitura).
Para pensar. Quais frutos estamos produzindo em nossa vida?
Gesto concreto. Fazer o exame de consciência, analisando nossa conduta.
Espiritualidade. Ter em mente que Deus cuida de nós para que produzamos bons frutos.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

28º domingo comum – a confraternização final
1ª leitura. Is 25,6-10ª. Deus promete, através do profeta, reunir todos os povos para um grande banquete, pondo fim a toda tristeza.
Salmo 22. O salmista medita sobre Deus como pastor que lhe cuida da vida.
2ª leitura. Fl 4,12-14.19-20. Paulo, agradece a ajuda recebida da comunidade de Filipos.
Evangelho. Mt 22,1-14. Jesus conta a parábola do banquete final, ensinando que Deus convida a todos para a comunhão Consigo.
Trazendo os textos pra perto da gente. Na tradição bíblica, o banquete simboliza os tempos messiânicos, os tempos finais. O banquete lembra comunhão, confraternização. No fim dos tempos Deus haverá de reunir todos os povos numa só família. Por isso, em Jesus, Deus convida a todos a participarem do banquete de seu Reino (evangelho), no qual acabam-se todas as tristezas (1ª leitura) e Deus cuidará de nós, qual pastor a seu rebanho (salmo). Cabe a cada um de nós dar a sua adesão para a participação dessa comunhão.
Para pensar. A celebração da eucaristia, nosso baquete sagrado, favorece a participação de todos, ou excluímos pessoas?
Gesto concreto. Participar da santa missa com o desejo de viver a comunhão com todas as pessoas.
Espiritualidade. Cultivar a aproximidade e fraternidade com todos.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

29º domingo comum – a história está nas mãos de Deus
1ª leitura. Is 45,1.4-6. Através do profeta, Deus anuncia a escolha de Ciro como libertador do povo de Israel exilado.
Salmo 95. O salmista convoca todas as nações para cantar o louvor de Deus.
2ª leitura. 1Ts 1,1-5b. Paulo lembra, com gratidão, da fé, esperança e caridade da comunidade cristã de Tessalônica.
Evangelho. Mt 22,15-21.  Diante da pergunta capciosa dos fariseus, Jesus separa o poder divino do poder temporal de César.
Trazendo os textos pra perto da gente. Jesus afirma que César não pode ser cultuado como Deus e exige a saída dos romanos da terra de Israel, pois o povo e a terra são de Deus (evangelho/ Lv 25,23), mas não exige uma saída mediante as armas. Deus pode usar dos que possuem o poder temporal para realizar os seus planos (1ª leitura), por isso, todas nações estão sob o domínio de Deus (salmo).
Para pensar. Será que reconhecemos nos acontecimentos históricos, a ação salvífica de Deus?
Gesto concreto. Descobrir e divulgar os bons fatos acontecidos na comunidade.
Espiritualidade. Cultivar a certeza de que a história humana está nas mãos de Deus.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

30º domingo comum – amamos a Deus amando as pessoas
1ª leitura. Ex 22,20-26. Através de Moisés, Deus alerta que todo mal realizado aos pobres, acenderá a sua cólera.
Salmo 17. O salmista louva a Deus, pois Nele encontra abrigo e salvação.
2ª leitura. 1Ts 1,5c-10. Paulo, anima a comunidade a permanecer firme em sua conversão, abandonando os falsos deuses, servindo a Deus, esperando a volta do Filho.
Evangelho. Mt 22, 34-40. Jesus ensina que toda a Lei e os Profetas (Primeiro Testamento) se resume em amar a Deus com todo o nosso ser e ao próximo como a si mesmo.
Trazendo os textos pra perto da gente. O amor a Deus é traduzido mediante o nosso amor e cuidado para com as pessoas (evangelho), sobretudo os mais pobres e necessitados (1ª leitura). Precisamos permanecer firmes na vivência do mandamento do amor, pois ele nos afasta da idolatria, nos coloca no serviço divino aguardando a vinda de Jesus (2ª leitura).
Para pensar. Respeito e amo o próximo da mesma forma como respeito e amo as coisas sagradas?
Gesto concreto. Praticar a solidariedade e caridade a uma pessoa necessitada.
Espiritualidade. Reconhecer em cada pessoa a presença de Deus.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário. 

sábado, 3 de junho de 2017

homilia

HOMILIA
Queridos irmãos e irmãs, estamos reunidos nessa celebração dominical para renovar a nossa aliança com Deus, seguindo os passos de Jesus de Nazaré, Messias e Senhor. Hoje me deterei a refletir sobre a primeira leitura extraida do livro do Gn, que narra a criação do universo. O papa Francisco, na Laudato Si, tem convocado a toda a Igreja, bem como a humanidade a se voltar para os problemas ambientais, clamando a nossa atenção para o cuidado com o nosso planeta, a nossa casa comum.
A leitura de Gn 1,1-2,4 é um poema escrito pelos sacerdotes exilados na Babilônia no século VI a.C. O povo exilado corria o sério risco de perder a sua fé no Deus de Israel, dada a catástrofe do exílio que colocou em cheque as suas seguranças: a terra, o rei e o templo. Além disso, estava agora inseridos numa cultura politeísta que os obrigava ao trabalho sem descanso. Mas os sacerdotes, como verdadeiros guardiães da fé, junto aos profetas exilados, tais como o Segundo Isaías e Ezequiel, catequizam o povo, purificam a fé imatura do povo e o fazem enxergar a Deus com novos olhos.
O poema não tem a finalidade científica de descrever como Deus criou todas as coisas, mas tem a finalidade catequética de mostrar que Deus está na origem de todas as coisas. Todos os seres da natureza, sobretudo os astros, que na cultura babilônica eram divinizados, são colocados como criaturas divinas pelo autor sagrado: não são deuses, mas são obra de Deus. Deus é distinto de tudo o que é criado. Dessa forma, os sacerdotes mostram novamente a superioridade do Deus de Israel por sobre os deuses pagãos. Além disso, mostra que a natureza é boa, pois é acompanhada pela ternura e pelo cuidado divino em seu fazer. Cada criatura traz em si a marca do Criador e como diz o poeta “tudo o que move é sagrado” pois revela a presença de Deus. Em meio a nosso mundo tão corrido e competitivo, nos falta a sensibilidade de parar e contemplar a beleza da natureza e de reconhecer nela a presença de Deus. Ao contrário, no afã do enriquecimento e do progresso desmedido, muitas vezes agredimos nossa casa comum, tendo como consequencia a falta de um digno lar para aqueles que virão. Como bem exorta o papa Francisco, este é um sério pecado que afeta a vida de todos se não for evitado.  
De igual modo, o ser humano, criado como homem e mulher, recebe o mais profundo elogio divino, “muito bom”, quase como se fosse a coroa da criação. A “coroa da criação” na verdade, segundo o texto é o sábado, no qual Deus cessa seu trabalho. Os judeus exilados dessa forma reivindicam o descanso semanal, momento no qual se encontravam para rezar e fortalecer a sua identidade e aliança com Deus, durante o exílio.

Esse belíssimo poema, irmãos e irmãs, deve nos fazer refletir sobre nossa existência como um dom gratuito divino. No Segundo Testamento, no evangelho de João, Jesus afirma que “meu Pai trabalha sempre”. Se o judeus pensavam a criação como obra acabada, Jesus ensina que a obra ainda não acabou, Deus continua nos fazer, mantém a criação com seu amor gratuito, contemplando a sua bondade. Como cristãos, cremos que, em Jesus, Deus renova a sua criação. Por isso, o mesmo  lugar da ressurreição, é também um jardim, tal qual o jardim do Gn, para nos mostrar que vivendo a vida nova recebida do batismo, estaremos colaborando para a criação divina se conserve e cresça rumo à plenitude esperada até o fim dos tempos. Que a graça divina nos acompanhe em nossa missão de guardar e cultivar o mundo que Deus nos deu de presente. Amém.

leitura orante - criação

Data: 03/06/17
Leitura Orante da Palavra – Citação: Gn 1,1-2,4
1° passo – Leitura
O que o texto diz? O texto narra a atividade criadora divina: criação da luz, os céus que separam as águas superiores das inferiores, a terra com suas plantas e o mar, o sol e as estrelas, os seres vivos que povoam os céus e os mares, as feras da terra, o ser humano – homem e mulher; e no sétimo dia, o descanso.
2° passo - Meditação
O que o texto diz para mim? “E Deus viu que era bom”. A obra divina é boa por natureza, mesmo não sendo totalmente perfeita. O dom da existência não é fruto do acaso, mas resultado da vontade criadora de Deus que nos enxerga como “bons” aos seus olhos.
3° passo - Contemplação
O que a Palavra me leva a experimentar? A Palavra me leva a experimentar o cuidado divino para comigo, que sou parte da natureza criada e adotado como filho por Ele. Experimento felicidade ao saber que Deus ao me criar me contempla como bom.
4° passo - Oração
O que a Palavra me leva a falar com Deus? Pai de amor, Criador do céu e da terra, te agradeço pelo dom da Criação e te peço a graça de sempre cuidar dela do mesmo modo como Tu cuidas. Além disso, peço a graça de reconhecer que não sou obra acabada, mas que ainda nos crias e nos conservas em seu amor. Por Cristo Nosso Senhor, amém.
5° passo - Ação
O que a Palavra me leva a viver? A Palavra me leva a gastar mais tempo contemplando a beleza da Criação e a reconhecer nela os sinais do Criador.


QUE O SENHOR TE ABENÇOE

  QUE O SENHOR TE ABENÇOE! Na Solenidade da Santa Mãe de Deus , celebrada no início de cada ano, a liturgia propõe como primeira leitura o t...