sábado, 31 de dezembro de 2016

tempo pascal

2º Domingo pascal, ano a. Comunidade: sacramento do Ressuscitado.
1ª leitura. (At 2,42-47). O autor descreve a vida fraterna da comunidade cristã, dizendo que não havia necessitados entre eles.
Salmo. 117(118). O salmista louva a Deus porque o livrou de seus perseguidores.
2ª leitura. (1Pd 1,3-9). O autor ensina que nascemos de novo pela ressurreição de Cristo e que seremos provados em nossa fé.
Evangelho. (Jo 20,19-31). O texto narra a manifestação do Ressuscitado na comunidade cristã e experiência de Tomé com Cristo na Comunidade.
Trazendo os textos pra perto da gente. Desde o início os cristãos aprenderam que ao Ressuscitado só se experimenta na comunidade e não sozinhos (evangelho). Uma comunidade que vive radicalmente a fraternidade é sacramento do Cristo Ressuscitado no mundo (1ª leitura). A ressurreição de Jesus nos suscita esperança de que, apesar das tribulações, experimentaremos a vida eterna (2ª leitura). Louvemos a Deus por tão grande maravilha (Sl)
Para pensar. Valorizo a participação na vida comunitária ou vivo minha fé de modo intimista?
Gesto concreto. Participar dos grupos pastorais da comunidade.
Espiritualidade. Reconhecer no irmão a presença do Ressuscitado.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

3º Domingo pascal, ano a. Palavra e Eucaristia: presenças do Ressuscitado.
1ª leitura. (At 2,14.22-33). Pedro prega aos judeus o kerigma: o primeiro anúncio cristão: Jesus morto e ressuscitado é o Cristo.
Salmo. 15(16). O salmista confia em Deus, sabendo que Ele não o deixará morrer porque é justo.
2ª leitura. (1Pd 1,17-21). O autor ensina que fomos resgatados para Deus pelo sangue de Cristo, cordeiro sem mancha.
Evangelho. (Lc 24,13-35). Os discípulos de Emaús experimentam a Jesus ressuscitado na vida, na explicação da Palavra e na Eucaristia.
Trazendo os textos pra perto da gente. Cremos em Jesus como Cristo porque Ele morreu e foi ressuscitado pelo Pai (1ª leitura). A Jesus ressuscitado se experimenta pela fé. Como Ressuscitado Ele está sempre presente em nossa vida mas as  primeiras comunidades testemunham que ao meditar a Palavra e celebrar a Eucaristia notavam a misteriosa presença do Ressuscitado em meio a elas (evangelho). A entrega de Cristo é o preço de nossa reconciliação com o Pai (2ª leitura).
Para pensar. Experimento Jesus presente no cotidiano da vida? Experimento Jesus presente na santa missa (Palavra e Eucaristia)?
Gesto concreto. Participar da santa missa e de grupos de leitura orante da Palavra.
Espiritualidade. Acreditar na presença constante do Ressuscitado a todo momento.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

4º Domingo pascal, ano a. Os líderes da comunidade: presenças do Ressuscitado.
1ª leitura. (At 2,14a.36-41). Após a pregação, o povo converte-se e pelo batismo passam a crer em Jesus Cristo.
Salmo. 22(23). O salmista proclama a Deus como o pastor que guarda e conserva a sua vida.
2ª leitura. (1Pd 2,20b-25). O autor exorta à comunidade a sofrer as perseguições porque Cristo, inocente, sofreu por nós.
Evangelho. (Jo 10,1-10). Jesus, através da parábola, se proclama como porta das ovelhas, através das quais elas poderão entrar e permanecer seguras.
Trazendo os textos pra perto da gente. Na tradição bíblica o pastor simbolizava os líderes do povo. Para os cristãos, Jesus é líder que nos encaminha para vida com Deus. Ele é a porta, através da qual chegamos ao Pai (evangelho). Ele é bom pastor porque dá a própria vida para que tenhamos a vida divina (salmo). A fidelidade a Cristo nos provocará perseguição mas devemos perseverar, porque Cristo perseverou por nós (2ª leitura). Pelo batismo, entramos no redil do qual Cristo é o pastor (1ª leitura).
Para pensar. Nossas lideranças se assemelham a Cristo em seu pastoreio junto ao povo?
Gesto concreto. Ser presença de cuidado (bom pastor) junto às pessoas mais necessitadas.
Espiritualidade. Cultivar a preocupação e o zelo para com as pessoas que nos são confiadas.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

5º Domingo pascal, ano a. Jesus: caminho para o Pai.
1ª leitura. (At 6,1-7). O texto narra a instituição do diaconato na comunidade, tendo em vista o serviço das mesas da viuvas gregas desassistidas.
Salmo. 32(33). O salmista convida os justos a louvarem a Deus porque Ele pousa o olhar sobre os que O temem.
2ª leitura. (1Pd 2,4-9). O autor ensina que somos pedras vivas da igreja, que nossa vida deve ser sacrifício espiritual oferecido a Deus.
Evangelho. (Jo 14,1-12). Jesus, na última ceia, começa a despedir-se dos discípulos anunciando que lhes prepará um lugar junto ao Pai e virá buscá-los.
Trazendo os textos pra perto da gente. Ao fim de nossa vida terrena, viveremos eternamente com Deus, pois Jesus nos levará para lá (evangelho). Para que isso aconteça, devemos viver conforme Jesus, cuja vida foi sacrifício agradável ao Pai (2ª leitura). A comunidade deve organizar meios de assistir aos mais pobres em seu meio (1ª leitura).
Para pensar. Tememos a morte ou cremos que a Vida Eterna nos aguarda?
Gesto concreto. Visitar uma família enlutada para levar-lhe conforto.
Espiritualidade. Encarar a morte como passagem e não como fim.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

6º Domingo pascal, ano a. Espírito Santo: memória do Ressuscitado na comunidade.
1ª leitura. (At 8,5-8.14- 17). Filipe prega aos samaritanos e batiza-os, ao passo que os apóstolos, confirmam a adesão deles, mediante a invocação do Espírito Santo.
Salmo. 65(66). O salmista convoca a criação a louvar a Deus porque Ele realiza maravilhas entre os homens.
2ª leitura. (1Pd 3,15-18). O autor convoca a comunidade a proceder bem diante da sociedade e a dar razões de sua fé.
Evangelho. (Jo 14,15-21). Jesus, promete a vinda do Espírito Santo e ensina que quem o ama, guarda os seus mandamentos.
Trazendo os textos pra perto da gente. O Espírito Santo é que faz a comunidade recordar e guardar os mandamentos de Jesus (evangelho). Sem o Espírito Santo não há como viver a fé cristã (1ª leitura). O Espírito fortalece a comunidade em meio as perseguições que a sociedade lhe faz e lhe dá os argumentos para a crer em Jesus (2ª leitura).
Para pensar. Somos dóceis a ação do Espírito Santo em nossa vida?
Gesto concreto. Procurar estudar a fé católica, através do catecismo ou cursos de teologia.
Espiritualidade. Cultivar a docilidade ao Espírito para que Ele nos revele Jesus Cristo.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Ascensão do Senhor, ano a. Jesus Glorificado acompanha a Igreja na missão
1ª leitura. (At 1,1-11). Jesus promete a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos e é elevado aos céus.
Salmo. 46(47). O salmista proclama a entrada triunfal de Deus no Templo.
2ª leitura. (Ef 1,17-23). Paulo ensina que Deus elevou Jesus acima de todo poder e o constituiu cabeça da Igreja.
Evangelho. (Mt 28,16-20). O texto narra Jesus enviando os apóstolos em missão a todo mundo e promete permanecer com eles.
Trazendo os textos pra perto da gente. Através da imagem da “ascensão”, os primeiros cristãos querem a afirmam a glorificação de Jesus (2ª leitura). Não significa que “Ele foi embora pro céu”: continua presente em meio à comunidade de forma glorificada, acompanha os discípulos na missão de construir o Reino (evangelho) e fortalece-os com o Espírito Santo (1ª leitura). Agora, a missão história de construir o Reino é da Igreja, discípula e missionária de Jesus.
Para pensar. Como nossa comunidade assumiu a missão de evangelizar?
Gesto concreto. Participar das pastorais missionárias da comunidade.
Espiritualidade. Perceber a presença constante de Cristo que nos acompanha na missão.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Pentecostes, ano a. Espírito Santo: presença mística do Ressuscitado em meio à comunidade.
1ª leitura. (At 2,1-11). Na festa judaica de Pentecostes, o Espírito Santo é derramado sobre a Igreja.
Salmo. 103(104). O salmista clama a vinda do Espírito que renova a face da terra.
2ª leitura. (1Cor 12,3b-7.12- 13). Paulo  ensina que ninguém proclama o senhorio de Jesus a não no Espírito, único e que concede a cada um os seus dons.
Evangelho. (Jo 20,19-23). No dia da Ressurreição, Jesus Ressuscitado sopra seu Espírito sobre a comunidade temerosa reunida.
Trazendo os textos pra perto da gente. Com a celebração de Pentecostes encerramos o tempo pascal. Hoje celebramos a vinda do Espírito Santo sobre a igreja. Várias tradições bíblicas se mesclam: 1. O Espírito Santo suscita uma nova criação na comunidade cristã (evangelho), nela surge nova humanidade. 2. O Espírito Santo inscreve no coração humano, e não mais em tábuas de pedra, a Lei de Deus (1ª leitura). 3. O Espírito Santo une na diversidade a Igreja, faz dela um só corpo mas dotada de inúmeros dons (2ª leitura). Sem docilidade ao Espírito torna-se impossível ser cristão e continuar a missão outrora de Jesus.
Para pensar. Em nossa vida pessoal e pastoral, estamos abertos à ação do Espírito Santo?
Gesto concreto. Nas ações cotidianas sempre invocar a luz do Espírito Santo.
Espiritualidade. Cultivar a abertura à transcendência, ao relacionamento com Deus.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

semana santa ano a

5ª feira santa, ano a. A Eucaristia nos lança ao serviço dos irmãos.
1ª leitura. O texto do Êxodo nos narra a preparação da Páscoa, libertação do povo hebreu do Egito, através da ceia pascal e aspersão do sangue do cordeiro nas portas.
Salmo. O salmista canta a alegria da salvação de Deus, manifestando sua gratidão através do cálice da benção.
2ª leitura. Paulo testemunha o que recebeu do Senhor em relação à celebração da eucaristia.
Evangelho. O texto narra a última ceia de Jesus na versão do evangelista João, dando destaque a Jesus lavando os pés de seus discípulos.
Trazendo os textos pra perto da gente. O povo judeu celebrava sua maior festa, a Páscoa através de uma ceia, na qual se comia o cordeiro, recordando a libertação do Egito. Jesus aproveitou dessa ceia para dar um novo sentido: agora para seus discípulos, a ceia pascal recordará a entrega de Jesus. O pão nos recordará seu corpo doado aos sofredores. O vinho nos recordará seu sangue derramado pela luta pela justiça. Desta maneira, a comunidade cristã revive em cada santa missa a vida, paixão, morte e ressurreição de Jesus. O evangelista João nos lembra que celebrar a eucaristia deve estar unida à prática do serviço aos irmãos (lava pés). O serviço aos irmãos, sobretudo os que sofrem, também é outra forma de reviver, relembrar e atualizar Jesus Cristo nos dias atuais.
Para pensar. Participo com piedade da eucaristia quando tenho possibilidade? Coloca-me a serviço de minha comunidade e de meus irmãos e irmãs?
Gesto concreto. Procurar servir desinteressadamente a uma pessoa enxergando nela a presença de Jesus.
Espiritualidade. Doar-se por inteiro aos demais, em cada atitude cotidiana.
Deus nos abençoe e nos conceda sempre celebrar a Eucaristia e viver o mandamento do amor. Fr. Inácio José, mercedário

6ª feira santa – A Cruz, sinal do amor de Deus por nós.
1ª leitura. O texto narra o último “cântico do servo”, no qual este padece pela justiça e em expiação dos pecados do povo.
Salmo. O salmista canta a esperança e confiança de ser salvo por Deus em meio às suas tribulações.
2ª leitura. O autor de Hebreus nos convida a confiar em Jesus que conhece os nosso sofrimentos pois os experimentou, mas hoje está glorioso junto de Deus.
Evangelho. O texto narra a paixão de Jesus segundo o evangelho de João. Sua prisão, condenação e morte.
Trazendo os textos pra perto da gente. A morte de Jesus foi consequência de sua vida. Ao pregar o Reino de Deus, curando as pessoas e enfrentando as autoridades político-religiosas de seu tempo, Jesus assumiu o risco de ser profeta, incomodou os poderosos que tramaram a sua morte. Meditar a paixão de Jesus deve nos levar a assumir os mesmos riscos que Jesus assumiu, lutando pelo bem, pela verdade e pela justiça, mesmo que isso nos cause perseguição. Os discípulos de Jesus, após sua ressurreição releram sua vida e paixão como expiação de nossos pecados mas, ao mesmo tempo, percebem na morte de Jesus, a maior doação de amor que Deus pôde fazer para salvar a humanidade. Se ponto de vista histórico, a morte de Jesus foi o assassinato do profeta galileu, do ponto de vista da fé, a morte de Jesus é sua entrega de amor pela salvação da humanidade.
Para pensar. Quem são os crucificados de nossa comunidade? O que podemos fazer para minimizar-lhes as dores e tirá-los da cruz? Somos capazes de sofrer por lutar pelo bem, pela verdade e pela justiça? Somos capazes de nos doar por amor?
Gesto concreto. Visitar os doentes e procurar consolá-los em seus sofrimentos.
Espiritualidade. Compadecer-se dos sofrimentos dos demais.
Deus nos abençoe e nos conceda contemplar na cruz de Jesus a maior prova do amor de Deus por nós. Fr. Inácio José, mercedário.

Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor – Jesus, o messias dos pequenos
1º evangelho. O texto narra a entrada de Jesus em Jerusalém na versão de Mateus.
1ª leitura. O texto é um dos “cânticos do servo” de Isaías, no qual o servo assume a postura de discípulo e de se manter firme diante das perseguições.
Salmo. O salmista lamenta diante de Deus as perseguições sofridas mas canta a esperança de sua salvação.
2ª leitura. Paulo nos relata que Jesus não apegou à glória de ser Deus, mas assumiu nossa condição humana, sofrendo e morrendo, ao que Deus lhe exalta mediante sua ressurreição.
2º evangelho. O texto narra a paixão de Jesus na versão de Mateus. Seu julgamento, condenação e morte.
Trazendo os textos pra perto da gente. Jesus mesmo tendo consciência de que sua vida poderia estar em risco, vai a Jerusalém para celebrar a Páscoa. Sua entrada suscitou no coração do povo a esperança de que Ele fosse o messias esperado. De fato o era, mas não ao modo concebido pela maioria do povo judeu. Jesus assumiu o messianismo do “servo” dos cânticos de Isaías: alguém que assume a missão de ser luz das nações, na solidariedade aos que sofrem, sem usar da violência, mantendo-se firme diante das perseguições e até mesmo diante da morte injusta. Jesus salva consumindo e entregando a sua vida, como sinal de amor gratuito por todos os sofredores.
Para pensar. Consigo perceber Jesus como messias que salva mediante o serviço amoroso e gratuito ou prefiro conceber Jesus como messias poderoso que “resolve nossos problemas como um passe de mágica?” Como estão as minhas disposições para celebrar essa semana santa?
Espiritualidade. Indignar-se diante das injustiças presentes no mundo.
Deus nos abençoe e conceda uma boa semana santa. Fr. Inácio José, mercedário

Domingo da ressurreição de Jesus – Ressurreição: resposta do Pai à vida justa de Jesus
1ª leitura. O texto nos narra o discurso de Pedro: anuncia Jesus que passou pelo mundo fazendo o bem, sua morte injusta e sua ressurreição por obra do Pai, se tornando fonte de perdão para todos o que nele crerem.
Salmo. O salmista nos convida a dar graças a Deus pelas maravilhas que realiza em nossa história.
2ª leitura. Paulo nos ensina que se ressuscitamos com Jesus mediante o batismo, devemos portanto buscar as coisas do alto, ou seja, procurar em tudo fazer a vontade de Deus.
Evangelho. O texto narra o encontro do túmulo vazio por Maria Madalena, o discípulo amado e Pedro. Apenas o discípulo amado viu e creu, os demais não.
Trazendo os textos pra perto da gente. A ressurreição de Jesus foi a resposta do Pai, diante da morte injusta do Filho, confirmando que em tudo o que fazia, Jesus correspondia ao projeto do Pai. O justo não fica sem resposta divina diante da injustiça sofrida. Deus ressuscita Jesus, o leva para junto de si e, por sua graça, faz com que os discípulos experimentem que o Mestre, outrora morto, agora está vivo plenamente e caminha junto deles. Para fazer a experiência é necessário crer em primeiro lugar. Somente pela fé, os sinais de morte (tumulo vazio), podem se tornar sinais de vida em plenitude (ressurreição, vitória definitiva sobre a morte). Provamos aos demais que Jesus está ressuscitado é sobretudo mediante o nosso testemunho alegre e convicto de seguimento dos ensinamentos de Jesus.
Para pensar. Quais são os sinais de ressurreição que posso encontrar na minha vida? E na vida de minha comunidade?
Gesto concreto. Procurar demonstrar a alegria de ser católico, partilhando com os demais a nossa fé em Jesus.
Espiritualidade. Sempre confiar que a vida e o bem vencerão a morte e a maldade presentes no mundo.
Deus nos abençoe e nos conceda experimentar em nossa vida a força da ressurreição de Jesus. Fr. Inácio José, mercedário

Vigília Pascal.
1ª leitura. O texto narra a criação do universo por obra de Deus.
Salmo: o salmista convida a cantar as maravilhas de Deus na criação e manutenção da vida do universo.
2ª leitura. O texto narra a fidelidade de Abraão a Deus em dispor de seu filho em sacrifício e a promessa divina de descendência.
Salmo: o salmista canta a sua confiança unicamente depositada em Deus que não lhe deixará provar da morte.
3ª leitura. O texto narra a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito.
Salmo: trata-se do cântico do povo libertado, dando graças a Deus pela libertação alcançada.
4ª leitura. Deus mediante o profeta convida a todos a se aproximarem de seu banquete; aos pecadores convida à conversão e promete que sua Palavra não lhe retorna sem causar o seu efeito.
Salmo: o salmista canta a alegria de beber nos mananciais da salvação de Deus.
5ª leitura. Paulo anuncia que nosso “velho homem” foi crucificado com Cristo, afim de que experimentemos a força de sua ressurreição em nossa vida.
Evangelho: o texto narra as mulheres encontrando o túmulo vazio e o testemunho angelical de Jesus está vivo.
Trazendo os textos pra perto da gente. Com a ressurreição de Jesus uma nova criação acontece: a morte não tem mais poder sobre Ele e nem sobre o que nele creem. Hoje recapitulamos numa celebração toda a história da salvação: desde a criação, passando pela promessa a Abraão, pela libertação do povo eleito da escravidão, e, agora pela libertação definitiva pela ressurreição de Jesus: a libertação do pecado e da morte. Jesus morreu e ressuscitou e somos parte de seu corpo que é a Igreja. Por isso devemos também morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova condizente com os valores do evangelho.
Para pensar: recordo e celebro a data de meu batismo, momento no qual morri e ressuscitei com Cristo? Em que preciso “morrer” para me tornar mais comprometido com o evangelho de Jesus?
Gesto concreto: celebrar com alegria a ressurreição de Jesus. Descobrir e celebrar a data de nosso batismo.
Espiritualidade. Cultivar a vida nova que Jesus nos deu pelo batismo.
Deus nos abençoe e nos conceda experimentar em nossa vida a força da ressurreição de Jesus. Fr. Inácio José, mercedário


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ADVENTOS DE ONTEM E DE HOJE

ESPERANDO UM NOVO TEMPO: ADVENTOS DE ONTEM E DE HOJE
A liturgia da Igreja iniciará um novo tempo litúrgico: o advento. Ele nos prepara para celebrar o nascimento de Jesus, o Messias, bem como nos recorda, que Ele voltará glorioso para estabelecer o Reino de Deus de forma plena em nossa história.
O povo de Israel esperava o dia no qual, Deus enviaria o Messias para libertar Israel de seus opressores, inaugurando o seu Reinado na história de seu povo. Os discípulos de Jesus, que acompanharam a sua pregação religiosa, sua prática libertadora e terapêutica, após Sua ressurreição, O proclamam como o Messias esperado. Mais tarde perceberam que, em Jesus, Deus não apenas salvava Israel, mas salvava, amava e libertava todo o universo de sua condição de pecado.
Podemos afirmar que a grande marca da espiritualidade do advento é a esperança. O povo de Israel esperava o Messias. Os cristãos esperam a vinda plena do Messias. Só tem esperança quem está insatisfeito com a realidade na qual se vive. Por isso que, Jesus ao nascer, é dito que é motivo de alegria para os pobres de seu tempo, pois eram o que esperavam algo novo acontecer. Aos herodianos e sacerdotes, que tinham a vida boa, não lhes interessava um messias, alguém que questionasse o seu status quo.

Hoje no Brasil vivemos uma situação parecida. A maioria está insatisfeita com a classe política. Grande parcela do povo sofre sem educação, saúde, moradia, trabalho, emprego. Além disso, as propostas de tentativa de conserto do Brasil fazem os pobres pagarem a conta, como nos alertaram nossos bispos na CNBB. Diante de tudo isso não podemos perder a esperança de dias melhores. Devemos, inspirados em Jesus, reivindicar que o conserto do Brasil recaia sobre todos, e não somente sobre a parcela da população mais frágil. Como Igreja devemos manifestar nossa solidariedade aos que mais sofrem, através de nossos gestos de compaixão. JESUS NOS ENSINOU QUE SOMOS PROTAGONISTAS DE NOSSA HISTÓRIA. Tomemos o Brasil em nossas mãos com a esperança de construí-lo de uma forma mais justa e fraterna. Fr. Inácio José, mercedário. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

quaresma

Quarta feira de cinzas, ano a – chamados à penitência.
1ª leitura. O profeta Joel convida a todo o povo a fazer penitência e a mudar de vida. Diante do arrependimento do povo, Deus desiste do castigo ameaçado.
Salmo. O salmista confessa seu pecado diante de Deus e faz experiência de sua misericórdia.
2ª leitura. Paulo ensina à comunidade cristã de Corinto, que somos embaixadores da reconciliação e que devemos nos deixar reconciliar com Deus.
Evangelho. Jesus ensina aos seus discípulos que as práticas de piedade não devem ser feitas para ganhar elogios dos homens, mas para nos favorecer a comunhão com Deus.
Trazendo os textos pra perto da gente. Iniciamos o tempo litúrgico da quaresma que nos prepara para celebrar a Paixão e Ressurreição de Jesus. Nesses quarenta dias somos convocados a fazer penitência e a assumir o convite à conversão. Através do jejum conseguimos o autodomínio; através da esmola exercermos a nossa solidariedade para com os pobres e através da oração, crescemos em nossa comunhão com Deus. Dessa forma bem nos preparamos para a celebração da festa maior do Cristianismo.
Para pensar. O que preciso jejuar nessa quaresma? O que preciso partilhar com os demais nessa quaresma? Quanto tempo por dia, tirarei para estar junto de Deus em oração?
Espiritualidade. Cultivar o exame de consciência como meio de crescimento na vida espiritual.
Gesto concreto. Aquilo que for objeto de nosso jejum quaresmal deve ser tornado esmola, ou seja partilhado com os pobres.
Deus nos abençoe e nos conceda santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário

1º domingo quaresma, ano a – com Jesus somos vencedores das tentações.
1ª leitura. O texto narra o pecado original, o pecado da desobediência a Deus.
Salmo. O salmista canta a misericórdia e a bondade de Deus.
2ª leitura. Paulo ensina à comunidade cristã de Roma que do mesmo como pelo pecado e desobediência de um só homem o pecado entrou na humanidade, pela obediência e santidade de um só – Jesus Cristo, a graça de Deus veio para restaurar a humanidade.
Evangelho. O texto narra as tentações de Jesus no deserto na versão de Mateus. Jesus sai vencedor por sua fidelidade à Palavra de Deus, nos ensinando como devemos resistir às propostas que são contrárias ao evangelho em nossa vida.
Trazendo os textos pra perto da gente. Jesus assume em si a história do povo de Israel. O povo atravessando o deserto não conseguiu viver a fidelidade a Deus, Jesus, por sua firmeza na Palavra, resiste às tentações do poder, do falso messianismo e do ter. O pecado original consiste na ambição humana de querer se colocar no lugar de Deus, ao passo com que Jesus, aprendemos a verdadeira dependência que o ser humana deve para com Deus. Jesus nos ensinou o segredo para resistirmos ao Mal: escutar e praticar a Palavra de Deus.
Para pensar. Nos alimentamos da Palavra afim de resistirmos às propostas que são contrárias ao evangelho? Quais são as nossas tentações corriqueiras?
Espiritualidade. Cultivar momentos de silêncio como forma de se encontrar com Deus em seu interior.
Gesto concreto. Fazer exame de consciência para perceber onde tem sido as nossas maiores infidelidades ao projeto de Jesus.
Deus nos abençoe e nos conceda santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário

3º domingo quaresma, ano a – Jesus nos dá a água viva
1ª leitura. Moisés faz retirar água da pedra, para matar a sede do povo de Deus que caminhava pelo deserto.
Salmo. O salmista convoca o povo a abrir seu coração para Deus e não fechar seus corações como o povo outrora no deserto.
2ª leitura. Paulo nos ensina que a prova do amor de Deus é que Jesus morreu por nós quando ainda éramos pecadores.
Evangelho. O texto narra o encontro de Jesus com a samaritana no poço. Jesus se revela como verdadeiro poço do qual jorra água viva que mata a nossa sede e se revela também como o verdadeiro “esposo” que nos reconcilia com Deus. Jesus rompe preconceitos da época para conversar com a samaritana e esta, por sua vez, se torna evangelizadora, anunciando Jesus aos seus conterrâneos.
Trazendo os textos pra perto da gente. Jesus se revela à samaritana como o messias esperado pelo povo. Jesus possui em si a agua viva que mata a sede de amor do coração humano. Esta água viva é o dom do Espírito Santo que cada cristão recebe de Deus no momento de seu batismo. Quando permitimos que esse Espírito nos conduza, crescemos na nossa comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs, superando os nossos preconceitos.
Para pensar. Qual valor damos ao nosso batismo, momento no qual, recebemos a água viva de Deus que nos mata a nossa sede de vida e de amor? Somos preconceituosos para com as pessoas ou dialogamos com todas, lhes anunciando o amor de Jesus?
Espiritualidade. Cultivar momentos de silêncio e oração, afim de encontrar a Deus no mais íntimo de si.
Gesto concreto. Procurar algum casal que esteja vivendo em situação irregular diante da Igreja e partilhar com eles a Palavra de Deus em um diálogo fraterno.
Deus nos abençoe e nos conceda uma santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário

2º domingo da quaresma, ano a – a glória de Jesus se manifesta em sua humanidade
1ª leitura. Deus chama a Abraão a sair da sua terra e lhe promete enorme descendência.
Salmo. O salmista invoca a graça do Senhor e ensina que Ele abençoa os que O temem.
2ª leitura. Paulo ensina a Timóteo que somos salvos pela graça de Deus manifestada em Jesus e que por isso devemos permanecer firmes no evangelho.
Evangelho. O texto narra a transfiguração de Jesus, que tem por finalidade mostrar aos discípulos a divindade do Mestre escondida em sua humanidade. Trata-se de uma catequese que mostra que todo o Antigo Testamento (Moisés e Elias) testemunha que Jesus é Filho de Deus.
Trazendo os textos pra perto da gente. Por trás da humanidade de Jesus se escondia a sua divindade. De tão humano que era, Jesus só podia ser divino. Os discípulos iriam se deparar com morte de Jesus, e a transfiguração demonstrava que os discípulos deviam estar firmes na fidelidade a Jesus, porque mesmo sofrendo, nele se escondia a divindade. É fácil seguir a Jesus na glória e no louvor, mas e nos momentos de perseguição, sofrimento e dor?
Para pensar. Somos cristãos apenas de louvores a Deus ou somos cristãos de testemunho diário e cotidiano?
Espiritualidade. Cultivar a esperança de que, mesmo em meio aos nossos pecados, Deus por sua graça, haverá nos transfigurar segundo sua vontade.
Gesto concreto. Visitar um doente da comunidade e levar a ele uma palavra de conforto.
Deus nos abençoe e nos conceda uma santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário

4º domingo da quaresma, ano a - Jesus rompe nossa cegueira
1ª leitura. O texto narra a unção de Davi. Deus não escolhe pelas aparências mas sim pelo coração.
Salmo. O salmista canta os louvores de Deus, sobretudo pelo seu pastoreio em meio ao povo.
2 a leitura. Paulo exorta a comunidade cristã de Éfeso a viver como filhos da luz e a não se associarem às obras das trevas.
Evangelho.  O texto narra a cura do cego de nascença, que adere a Jesus se tornando o seu discípulo. Mesmo expulso da sinagoga, o cego reconhece Jesus como Senhor e passa a ser seu seguidor.
Trazendo os textos pra perto da gente. Nesse caminho quaresmal somos chamados a rever nosso discipulado cristão. A cegueira e escuridão na bíblia simbolizam a falta de fé, ao passo que, a luz e o ver, simbolizam a adesão ao projeto de Deus. Como discípulos de Jesus devemos deixar as obras das trevas e abraças as obras do Reino, construindo a paz, o amor e a fraternidade em nossa comunidade.
Para pensar. Em que precisamos melhorar em nosso seguimento a Jesus? Em que área de nossa vida ainda estamos cegos e indispostos a viver a vontade do Pai?
Espiritualidade. Cultivar a humildade. Reconhecer que sempre enxergamos toda a verdade.
Gesto concreto. Procurar aprofundar algum aspecto da fé católica que ainda não conhecemos através do estudo do Catecismo da Igreja Católica.
Deus nos abençoe e nos conceda uma santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário

5º domingo da quaresma, ano a – Jesus é o Senhor da Vida
1ª leitura. Ezequiel profetiza que Deus um dia haveria de tirar o povo de Israel de seus túmulos.
Salmo. O salmista clama a Deus desde as profundezas de seu sofrimento.
2 a leitura. Paulo ensina à comunidade cristã de Roma que não podem viver segundo a carne e que o Espírito ressuscitará nossos corpos feridos de morte.
Evangelho. O texto narra Jesus ressuscitando Lázaro, mostrando Jesus como senhor da vida e preanunciando a ressurreição que acontecerá consigo mesmo. Todo aquele que crê em Jesus possui a vida eterna, mesmo que morra.
Trazendo os textos pra perto da gente. Somos cristãos porque Jesus ressuscitou. Jesus é o senhor da vida. Aquele que adere a Jesus participa da vida de Deus. Como discípulos de Jesus, somos convidados a ressuscitar os “mortos” ao nosso redor: os sem esperança, os sem amor, os desanimados e infelizes. Desta forma faremos os sofredores de nosso tempo participarem da vida divina que nos foi dada pelo batismo. Uma vez que aderimos a Jesus e ao seu evangelho, temos a esperança de que morte não será o fim de nossa vida, mas a porta adentrarmos na eternidade feliz junto a Deus: ressurreição.
Para pensar. Quais pessoas ao nosso redor poderíamos levar uma palavra de vida e esperança?
Espiritualidade. Cultivar a certeza de que a palavra final de Deus, a respeito de nossa história é de vida e nunca de morte.
Gesto concreto. Visitar uma família da comunidade que esteja enlutada pela perda de um familiar.

Deus nos abençoe e nos conceda uma santa quaresma. Fr. Inácio José, mercedário

sábado, 15 de outubro de 2016

quarto domingo comum ano a

4° domingo comum, ano a. Os pobres fiéis a Deus.
1ª leitura. (Sf 2,3;3,12-13). O profeta exorta o povo a buscar o Senhor e anuncia a permanência de um “pequeno resto”, pobre e humilde, fiel a Deus.
Salmo. 145(146). O salmista canta a Deus que promove a libertação dos oprimidos.
2ª leitura. (1Cor 1,26-31). Paulo ensina que Deus escolheu o que é sem importância para o mundo como fonte de salvação para o mesmo.
Evangelho. (Mt 5,1-12a). Do alto do monte, Jesus propõe as bem aventuranças como caminho de seu discipulado.
Trazendo os textos pra perto da gente. As bem aventuranças resumem todo o evangelho, mostram como os pobres constroem o Reino de Deus (evangelho); mostram que eles são o pequeno resto humilde, que colocam em Deus sua salvação e que Deus os usa para salvar os demais (1ª leitura/2ª leitura). Deus toma o cuidado dos pobres porque são os que mais sofrem (salmo).
Para pensar. Consideramos os pobres como um caminho de salvação para o mundo?
Gesto concreto. Solidarizar-se com uma família pobre da comunidade, partilhando uma cesta básica.
Espiritualidade. Desprender-se dos bens materiais: pobreza de espírito.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

terça-feira, 11 de outubro de 2016

quaresma

1º domingo quaresma, ano a – pecado: romper a comunhão com Deus
1ª leitura. (Gn 2,7-9;3,1- 7). Deus criou o casal humano; este desobedece sob influência da serpente.
Salmo. 50(51). O salmista confessa seu pecado e pede a Deus um coração puro.
2ª leitura. (Rm 5,12-19). Da mesma forma que o pecado entrou na humanidade por um só homem (Adão), por um só homem a graça nos salvou (Jesus).
Evangelho. (Mt 4,1-11). Jesus vai ao deserto ser tentado pelo diabo e sai vencedor, graças a Palavra de Deus.
Trazendo os textos pra perto da gente. No tempo da quaresma precisamos rever nossa vida, superar aquilo que nos separa de Deus (evangelho); confessar o nosso pecado (salmo), certos de que a graças de Deus nos ajudará a ser santos (2ª leitura). Desta forma, saberemos dizer não àquilo que nos separa da comunhão com Deus (1ª leitura).
Para pensar. Quais são os nossos pecados mais frequentes?
Gesto concreto. Buscar o sacramento da reconciliação.
Espiritualidade. Ser humilde: reconhecer constantemente nossa imperfeição.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

2º domingo quaresma, ano a. Abrir-se à graça divina
1ª leitura. (Gn 12,1-4a). Deus vocaciona Abraão a sair de sua terra e lhe promete grande descendência.
Salmo. 32(33). O salmista implora a graça divina que acompanha os que temem a Deus.
2ª leitura. (2Tm 1,8b-10). Paulo ensina que fomos salvos pela graça e não por nossos méritos.
Evangelho. (Mt 17,1-9). Jesus é transfigurado diante dos seus discípulos.
Trazendo os textos pra perto da gente. Pela sua transfiguração, Jesus é revelado como Filho de Deus ao qual devemos ouvir (evangelho); também nós seremos transfigurados, libertos do pecado, pela graça de Deus (2ª leitura), que será derramada em nós se lhe darmos acesso (salmo); é necessária a confiança em Deus, tal qual teve Abraão (1ª leitura), para Ele realize em nós a obra de santificação.
Para pensar. Cremos que a vida cristã é esforço humano ou resposta à graça de Deus.
Gesto concreto. Buscar o sacramento da reconciliação.
Espiritualidade. Cultivar a docilidade a ação do Espírito Santo em nós, que nos transfigura.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

3º domingo quaresma, ano a. Espírito Santo: Deus em nós
1ª leitura. (Ex 17, 3-7). Diante da murmuração do povo sedento no deserto, Moisés fere a rocha donde saiu água para matar-lhes a sede.
Salmo. 94(95). O salmista nos convida a não nos fecharmos a ação divina em nós.
2ª leitura. (Rm 5,1-2.5- 8). Paulo ensina que o amor divino nos foi derramado pelo Espírito e que Jesus morreu por nós quando éramos pecadores.
Evangelho. (Jo 4,5-15.19b- 26.39a.40-42 ). Jesus se revela como messias à samaritana, lhe prometendo a água viva.
Trazendo os textos pra perto da gente. O Espírito Santo é a graça de Deus em nós, que nos é dado por Jesus (evangelho), tendo em vista nossa santificação. É preciso abertura de nosso coração a Ele (salmo), para que Ele nos mate a sede de Deus (1ª leitura) e complete em nós a obra da redenção (2ª leitura).
Para pensar. Como anda nossa docilidade a ação do Espírito Santo?
Gesto concreto. Buscar o sacramento da reconciliação.
Espiritualidade. Estar aberto às inspirações que Deus suscita em nosso coração.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

QUE O SENHOR TE ABENÇOE

  QUE O SENHOR TE ABENÇOE! Na Solenidade da Santa Mãe de Deus , celebrada no início de cada ano, a liturgia propõe como primeira leitura o t...