23º
domingo do tempo comum – as exigências do seguimento a Jesus
1ª
leitura. Sb 9,13-18. Nesta oração, o autor sagrado constata que todo
conhecimento humano vem da Sabedoria divina.
Salmo
89(90). O salmista compara a eternidade de Deus com a vida breve e frágil do
ser humano.
2ª
leitura. Fm 9b-10.12-17. Paulo pede a Filêmon que acolha Onésimo não mais como
escravo, mas como irmão e cristão.
Evangelho.
Lc 14,25-33. Jesus exige ponderar as exigências para o seguir.
Trazendo
os textos pra perto da gente. Jesus deseja seguidores conscientes. Para isso é
necessário meditar as exigências para seguir ao Mestre: Jesus deve ser a prioridade
e não a própria vida ou as relações familiares; renunciar a tudo que se tem
pelo Reino (evangelho). Pode parecer muito radical, mas escolher a Jesus é a
opção mais sábia que poderemos fazer (1ª leitura, salmo), pois, terá
consequência em nossa vida, a vivência da fraternidade (2ª leitura).
Para
pensar. Medito sobre as consequências do meu ser cristão? Ou sigo a Jesus do
meu modo sem meditar no que isso me exige?
Gesto
concreto. Participar da pastoral do batismo, ajudando aos pais na
conscientização do que é ser cristão.
Deus
nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário.
24º
domingo do tempo comum – a eterna misericórdia divina
1ª
leitura. Ex 32,7-11.13-14. Moisés, intercede a Deus, o perdão para o pecado do
povo.
Salmo
50(51). O salmista reconhece seu pecado e implora a Deus seu perdão.
2ª
leitura. 1Tm 1,12-17. Paulo experimentou primeiro a misericórdia divina para
depois anunciá-la aos demais.
Evangelho.
Lc 15,1-32. Jesus conta três parábola da misericórdia divina: da ovelha
perdida, da moeda perdida e do filho perdido ou Pai Misericordioso.
Trazendo
os textos pra perto da gente. Somos pecadores: constantemente quebramos nossa
aliança com Deus (1ª leitura). Por isso, precisamos sempre reconhecer nosso
pecado (salmo) e ao fazer isso, notaremos que Deus constamente vem em nossa
busca porque nos ama (evangelho). Experimentemos a misericórdia do Pai que
sempre nos perdoa para depois comunicá-la aos irmãos (2ª leitura).
Para
pensar. Como experimentamos o perdão divino em nosso dia a dia? Somos misericordiosos
com os irmãos que erram?
Gesto
concreto. Buscar o sacramento da confissão (reconciliação).
Deus
nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
25º
domingo do tempo comum – a escravidão do dinheiro
1ª
leitura. Am 8,4-7. Amós denuncia os comerciantes como exploradores dos pobres.
Salmo
112(113). O salmista louva a Deus que, da sua grandeza, olha e protege os
pobres.
2ª
leitura. 1Tm 2,1-8. Paulo orienta a comunidade a orar por todas as pessoas, sem
contendas.
Evangelho.
Lc 16,10-13. Jesus pronuncia ditos sobre o dinheiro exortando a usá-lo segundo
a vontade de Deus.
Trazendo
os textos pra perto da gente. Seguir a Jesus exige um reto uso do dinheiro: ele
não pode ser motivo de nossa ganância provocando o roubo dos pobres (1ª leitura).
O Deus de Israel é grandioso, mas olha e protege os pobres (salmo), por isso
tudo o que fizermos a eles, Deus nos prestará contas. O dinheiro não deve ser
acumulado, mas partilhado com os pobres (evangelho). Antes de rezar examinemos
nossa consciência pra saber se estamos em harmonia com todas as pessoas (2ª leitura).
Para
pensar. Como nos relacionamos com o dinheiro? Somos escravos dele? Ou nos
dispomos dele para ajudar aos mais necessitados?
Gesto
concreto. Tornar-se dizimista na comunidade, afim de ajudar aos necessitados da
mesma.
Deus
nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
26º
domingo do tempo comum – Deus toma a defesa dos pobres
1ª
leitura. Am 6,1ª.4-7. Amós anuncia o castigo aos ricos de Samaria.
Salmo
145(146). O salmista louva a Deus, onipotente e fiel, defensor dos fracos.
2ª
leitura. 1Tm 6,11-16. Paulo exorta Timóteo ao bom combate da fé, perseverando
até a vinda de Jesus, vivendo de forma irrepreensível.
Evangelho.
Lc 16,19-31. Jesus conta a parábola do rico e Lázaro, como forma de admoestar
quem se apega ao dinheiro e não ajuda aos pobres.
Trazendo
os textos pra perto da gente. A Bíblia nos ensina que Deus toma a defesa dos
pobres e fracos (salmo). Por isso toda opressão provocada para com os
indefesos, Deus nos fará prestar contas (1ª leitura). A injustiça praticada ao
pobre não passa desperbecida aos olhos de Deus (evangelho). Como não sabemos
quando será o juízo divino sobre nossas ações, vivamos cada dia na justiça, na
solidariedade aos pequenos (2ª leitura).
Para
pensar. Nossa comunidade se preocupa com a justiça social? Que lugar os pobres
ocupam em nossa comunidade?
Gesto
concreto. Socorrer alguma família pobre da comunidade em suas necessidades.
Deus
nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário