1º domingo advento – vigiemos, pois não sabemos quando o Senhor virá
1ª leitura. O profeta Isaias anuncia que o monte de Sião será referência de paz e justiça para todos os povos.Salmo. Trata-se do canto dos peregrinos quando se aproximavam de Jerusalém na época das peregrinações. 2ª leitura. Paulo exorta nosso bom comportamento moral porque a salvação está próxima. Evangelho. Jesus exorta à vigilância porque ninguém sabe quando será o dia da Vinda do Filho do Homem.
Trazendo os textos pra perto da gente. A Bíblia nos ensina que Deus deseja salvar a humanidade e não condená-la. Para o Antigo Testamento, o monte de Sião e a cidade de Jerusalém seriam as referências para todos os povos. De lá viria a salvação. Paulo crê que a vinda de Jesus está próxima por isso chama a atenção da comunidade para um comportamento irrepreensível, pois, pelo batismo, esta abraçou o caminho da luz do evangelho. Como não sabemos quando Jesus voltará precisamos estar vigilantes sempre. A melhor maneira de esperar o retorno de Jesus é vivendo o amor aos irmãos de comunidade em nosso dia a dia.
Para pensar. Estamos preparados para o nosso encontro definitivo com Deus? Somos constantes no amor ou apenas em momentos esporádicos?
Gesto concreto. Todos os dias procurar praticar uma boa ação em solidariedade ao próximo.
Deus nos abençoe e nos conceda a graça da vigilância. Fr. Inácio José, mercedário
3º domingo advento – esperança e perseverança no bem aos sofredores
1ª leitura. O profeta convida o povo novamente à alegria, pois a salvação de Deus está próxima. O profeta inspira esperança ao povo sofredor. Salmo. O salmista canta as atitudes de libertação divinas para com os oprimidos. 2ª leitura. Tiago convida a comunidade a permanecer firme no bem porque a vinda do Senhor está próxima. Evangelho. João Batista manda seus discípulos questionarem Jesus se Ele é ou não o messias ao que Jesus responde com atitudes de libertação para com os oprimidos e elogia seu profetismo e o coloca como seu precursor no Reino de Deus.
Trazendo os textos pra perto da gente. Diante do sofrimento do povo, os profetas sempre anunciavam a esperança da salvação. Deus nunca abandona seu povo e sempre vem para libertá-lo. As primeiras comunidades cristãs criam na volta iminente de Jesus e por isso exortavam aos seus membros a viverem moralmente irrepreensíveis e serem firmes no amor aos irmãos. Assumindo a prática fraterna, solidária e libertadora de Jesus para com os que sofrem em nossa vida, estaremos nos preparando para a sua vinda definitiva em nossa história.
Para pensar. Diante dos problemas de nossa vida, alimentamos a esperança de solucioná-los ou caímos no desespero? Alentamos os sofredores com nossa conduta ou lhes somos omissos?
Gesto concreto. Aproximar-nos de alguém que sofre para levar-lhe esperança.
Deus nos abençoe e nos conceda a perseverança no bem. Fr. Inácio José, mercedário
4º domingo advento – Deus se manifesta na simplicidade e pequenez
1ª leitura. O profeta anuncia o nascimento de um menino que trará esperança para todo o povo. Salmo. O salmista convida ao exame de consciência diante das portas do Templo e nos convida a deixarmos o Senhor entrar e reinar em nossa vida. 2ª leitura. Paulo explica o seu chamado divino a anunciar a boa noticia de Jesus aos que não pertencem ao povo de Israel (pagãos). Evangelho. Narrativa do anúncio do nascimento de Jesus a José, que lhe será pai adotivo.
Trazendo os textos pra perto da gente. Deus deseja nos salvar, mas nunca por imposição, mas sempre propondo. Por isso vem ao mundo como criança à qual podemos acolher ou rejeitar. A promessa de que um menino traria a vida a todo o povo, se concretizou com o nascimento de Jesus, Filho de Deus, que acolhido na fé poderá nos trazer luz, esperança e salvação. Esta salvação não é para um pequeno grupo, mas sim para toda a humanidade, objeto de amor apaixonado de Deus.
Para pensar. Sabemos acolher os simples sinais que Deus realiza em nossa vida como proposta da salvação de Deus para nós? Enxergamos a presença de Deus nos pequenos e humildes?
Gesto concreto. Acolher na simplicidade das crianças a presença de Deus em nosso cotidiano. Ajudar crianças carentes a desenvolverem suas potencialidades.
Deus nos abençoe e nos conceda acolher a simplicidade de Deus. Fr. Inácio José, mercedário.
Festa da Sagrada Família – nossa família deve ser casa de Deus
1ª leitura. O autor de Eclesiástico nos ensina que o respeito e carinho dado aos pais será fonte de bênçãos divinas na vida dos filhos. Salmo. O salmista coloca o temor do Senhor – obediência a Deus – como fonte de benção divina para a vida familiar. 2ª leitura. Paulo aconselha as famílias cristãs: esposo e esposa devem se amar e respeitar como Cristo ama e respeita a Igreja. Evangelho. O texto narra a fuga da família de Nazaré para o Egito.
Trazendo os textos pra perto da gente. A família, além de ser uma instituição natural, foi elevada por Deus à categoria de sacramento, ou seja, é sinal do mistério de Deus em nossa vida. O povo de Israel considerava as relações familiares sagradas e como fonte de benção divina, bem como o povo cristão aprendeu a enxergar na família a presença do amor de Deus. Cristo ao vir ao mundo desejou ter família, santificando-a e ensinando que Ele está presente nela mesmo diante das dificuldades.
Para pensar. Como são as relações em nossa família? Valorizamos nossa família? Nosso lar é ambiente de amor, paz e perdão? O que podemos fazer para melhorá-la?
Gesto concreto. Buscar um momento na semana para toda a família rezar junto a Deus.
Deus nos abençoe e nos conceda perceber sua presença em nossa família. Fr. Inácio José, mercedário
Festa do Batismo do Senhor – compromisso com o seguimento de Jesus
1ª leitura. O profeta anuncia que a missão do Servo do Senhor será pacífica e que será luz para todos os povos.Salmo. O salmista canta a manifestação de Deus através dos fenômenos naturais. Deus é Senhor da Criação. 2ª leitura. Trecho do discurso de Pedro no qual considera que Deus não faz distinção de pessoas, mas acolhe a todos os que praticam a justiça. Evangelho. Narrativa do diálogo de Jesus com João Batista e o batismo do Senhor.
Trazendo os textos pra perto da gente. A missão do Messias foi de construir o Reino de Deus de forma pacífica em nossa vida. Jesus nunca usou de violência. Assumiu sua missão ao ser batizado no Jordão e de igual forma, todo cristão batizado, inserido no mistério de Cristo, deve assumir a mesma missão: construir o Reino de Deus em nossa vida e sociedade, de forma pacífica, sobretudo vivendo a solidariedade para com os mais sofredores de nosso tempo. O chamado não é para poucos mas todos os que praticam a justiça. Ser batizado significa torna-se discípulo de Jesus e viver o evangelho.
Para pensar. Assumimos a missão de Jesus como nossa missão também? Somos fiéis às nossas promessas batismais?
Gesto concreto. Renovar o nosso compromisso de sermos discípulos de Jesus no mundo atual.
Deus nos abençoe e nos conceda fidelidade no seguimento de Cristo. Fr. Inácio José, mercedário.
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