quinta-feira, 12 de maio de 2016

tempo comum

19º domingo do tempo comum – vigilância do serviço do Reino
1ª leitura. (Sb 18,6-9). O autor da Sabedoria narra sobre a conduta justa e confiante dos israelitas aguardando a libertação do Senhor.
Salmo. 32(33). O salmista medita sobre a salvação que Deus realiza na vida dos justos.
2ª leitura. (Hb 11,1-2.8- 12). O autor de Hebreus medita sobre a fé: que é a espera ativa das realidades que ainda não se vêem.
Evangelho. (Lc 12,32-48). Jesus exorta ao não acúmulo de bens e à vigilância no serviço do Reino através das parábolas dos empregados vigilantes e do administrador fiel e prudente.
Trazendo os textos pra perto da gente. A comunidade cristã primitiva aguardava com imediatez o retorno de Jesus. Como tardasse a vir, começou a esfriar a perseverança. Por isso, somos chamados a trabalhar na construção do Reino, suscitando um mundo novo, pois quando o Senhor venha. Não sabemos quando será, mas sabemos que virá. Somos convidados a ter a expectativa ativa dos israelitas (1ª leitura), a fé do povo de Deus (2ª leitura), trabalhando a todo momento na esperança da chegada do Reino definitivo de Deus (evangelho).
Para pensar. Todos os dias trabalhamos na construção de uma sociedade justa e fraterna, ou deixamos para amanhã?
Gesto concreto. Participar de alguma pastoral da comunidade.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário


20º domingo do tempo comum – a radicalidade do evangelho
1ª leitura. (Jr 38,4-6.8- 10). O profeta Jeremias é perseguido e jogado na cisterna pelo rei por causa de sua profecia.
Salmo. 39(40). O salmista canta a sua libertação da parte de Deus.
2ª leitura. (Hb 12,1-4). O autor de Hebreus exorta a comunidade a não desanimar diante das perseguições, tendo como a modelo Jesus Cristo.
Evangelho. (Lc 12,49-53). Jesus anuncia que veio trazer fogo e divisão sobre o mundo.
Trazendo os textos pra perto da gente. Quando a pessoa assume a radicalidade da luta pelo bem e pela verdade ela provoca divisões. Assim foram os profetas (1ª leitura); assim foram as primeiras comunidades cristãs (2ª leitura) e assim foi Jesus de Nazaré (evangelho). A opção pelo evangelho, pelo bem e pela justiça, mais cedo ou mais tarde provocará a perseguição e divisão, porque, infelizmente o mundo opta por valores que são contrários aos do evangelho. O verdadeiro discípulo de Jesus assume a radicalidade de seu seguimento mesmo que provoque divisões entre as pessoas que mais ama.
Para pensar. Diante de condutas anticristãs em minha casa: me calo ou exerço a correção fraterna?
Gesto concreto. Corrigir, com amor, posturas antievangélicas presentes em minha família.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

22º domingo do tempo comum – humildade e gratuidade: caminho de santidade.
1ª leitura. (Eclo 3,19-21.30- 31). O autor medita sobre a virtude da humildade como condição para encontrar graça diante de Deus.
Salmo. 67(68). O salmista louva a Deus por ser o protetor dos pobres.
2ª leitura. (Hb 12,18-19.22- 24a). O autor de Hebreus ensina que a comunidade cristã, por meio de Jesus, se aproximou de uma realidade palpável: do próprio Deus.
Evangelho. (Lc 14,1.7-14). Jesus, na casa do fariseu, dá dois ensinamentos: sobre a humildade e sobre a gratuidade nos relacionamentos.
Trazendo os textos pra perto da gente. A humildade e gratuidade é condição para ser discípulo de Jesus, porque o orgulho é a raiz de todo pecado (1ª leitura) e a gratuidade nos faz ser sinais da graça de Deus na vida dos irmãos (evangelho). Desta forma tocamos a realidade palpável de Deus mediante o serviço humilde e gratuito dos irmãos (2ª leitura).
Para pensar. Em meu cotidiano me relaciono de forma humilde e gratuita com as pessoas?
Gesto concreto. Proporcionar alimentos para os mais pobres da comunidade.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

Solenidade da Assunção de Maria
1ª leitura. (Ap 11,19a; 12,1.3-6a.10ab). João, o vidente, vê no céu a mulher revestida de sol perseguida pelo dragão, mas salva por Deus.
Salmo. 44(45). O salmista canta a entronização da rainha no palácio real.
2ª leitura. (1Cor 15,20-27a). Paulo anuncia Cristo como primícias dos que ressuscitarão e depois todos os que lhe pertencem por ocasião de sua vinda.
Evangelho. (Lc 1,39-56). Maria visita sua prima Isabel e lá canta as maravilhas que Deus realizou em sua vida.
Trazendo os textos pra perto da gente. O que celebramos em relação a Maria é em expectativa ao que Deus realizará um dia em toda a Igreja, pois Maria é membro dela. Deus nos prometeu a ressurreição e vida eterna (2ª leitura); hoje celebramos a entronização de Maria na vida eterna junto a Deus (salmo, 1ª leitura); nisso Deus exalta os humildes e humilha os orgulhosos (evangelho). Celebrar a assunção de Maria é celebrar aquilo que um dia Deus, por sua bondade e misericórdia, fará com todos os discípulos de Jesus: irá assumi-los integralmente na vida eterna.
Para pensar. Creio na vida plena que Deus reserva para mim ao fim de minha vida histórica?
Gesto concreto. Rezar o terço, contemplando os mistérios gloriosos.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário


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