quinta-feira, 18 de agosto de 2016

tempo comum

Comemoração dos fiéis defuntos
1ª leitura. (Sb 3,1-9). O autor medita sobre o destino final dos justos: no dia final julgarão os povos e reinarão com o Senhor.
Salmo. 41 (42). O salmista manifesta o seu desejo de contemplar a face divina.
2ª leitura. (Ap 21,1-5ª.6b- 7). João contempla a Jerusalém celeste onde não haverá mais sofrimento e nem dor.
Evangelho. (Jo 6, 37-40). Jesus promete ressuscitar e dar a vida eterna a todos que nele crerem, cumprindo assim, a vontade do Pai.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje fazemos memória de todos os nossos falecidos. A Palavra de Deus nos ensina que Deus nos criou para viver eternamente junto Dele. Condição para isso é aderir ao projeto de Jesus (evangelho). Após a morte, passaremos à eternidade, onde não haverá mais sofrimento e nem dor (2ª leitura) e veremos Deus face a face (salmo). Humanamente falando, a morte sempre é experiência dolorosa, mas, do ponto de vista da fé, é experiência de passar à vida eterna junto a Deus (1ª leitura).
Para pensar. Tememos a morte ou confiamos na vida eterna junto a Deus?
Gesto concreto. Rezar por todos os falecidos.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário.

33º domingo comum
1ª leitura. (Ml 3,19-20a). O profeta anuncia o dia no qual Deus tirará toda a maldade presente no mundo.
Salmo. 97(98). O salmista canta esperançoso o dia em que Deus julgará toda a criação.
2ª leitura. (2Ts 3,7-12). Paulo ensina à comunidade que não se deve ficar ocioso aguardando a segunda vinda de Jesus.
Evangelho. (Lc 21,5-19). Numa linguagem apocalíptica, Jesus anuncia a destruição de Jerusalém, a perseguição dos cristãos e a salvação de quem for perseverante.
Trazendo os textos pra perto da gente. O ano litúrgico aproxima-se do fim, por isso, os textos bíblicos nos recordam o “fim dos tempos”. O povo judeu não acreditava em “fim do mundo”, mas em “fim dos tempos”, ou seja, momento no qual Deus renovaria o mundo destruindo o pecado nele existe e tornando-o um novo paraíso (1ª leitura e salmo). Os cristãos creem que isso se dará na segunda vinda de Jesus (2ª leitura), que não pode ser esperada passivamente: trabalhamos construindo um mundo novo até que ele venha. Até que esse momento chegue, os cristãos devem perseverar na prática do evangelho, mesmo que lhes custe perseguição (evangelho).
Para pensar. Tememos o “fim do mundo” ou aguardamos a renovação do mesmo? Como colaboramos para que esse mundo novo aconteça?
Gesto concreto. Rever práticas cotidianas nas quais descuidamos do planeta (desperdício de água, descarte indevido de lixo etc.)

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário.

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