22° domingo
comum – Jesus, o profeta do Reino de Deus
1ª leitura. Jr
20,7-9. O profeta expressa sua angústia a Deus por ter aceitado a missão que
lhe foi confiada.
Salmo. 62 (63). O
salmista expressa seu desejo de viver em comunhão com Deus.
2ª leitura. Rm
12,1-2. Paulo exorta à comunidade a não viver segundo os valores do mundo, mas
a se oferecerem como sacrifício vivo a Deus.
Evangelho. Mt
16,21-27. Jesus ensina aos discípulos que deve sofrer em Jerusalém, ao passo
que Pedro não compreende. Então Jesus ensina que quem o quiser seguir deve
renunciar a si mesmo e tomar a sua cruz.
Trazendo os
textos pra perto da gente. Tomar a cruz significa viver de tal maneira o
evangelho que a nossa vida seja colocada em risco como foi a de Jesus
(evangelho). Nesse sentido, a vida de Jesus se parece com a vida dos profetas,
que não foram acolhidos pelo povo graças a seu anúncio da Palavra e suas
denúncias das injustiças (1ª leitura). A comunidade cristã deve viver de tal forma,
que sua conduta não siga os valores mundanos, mas viva os valores proféticos do
evangelho (2ª leitura).
Para pensar.
Vivemos nosso seguimento de Jesus a tal ponto de sermos perseguidos por aqueles
que vivem valores contrários?
Gesto concreto. Defender
publicamente os valores do evangelho diante dos valores mundanos.
Espiritualidade.
Buscar a cada dia a comunhão com Deus mediante a oração.
Deus nos
abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
23° domingo
comum – a comunhão com Deus passa pela comunhão com as pessoas
1ª leitura. Ez
33,7-9. O profeta assume a missão de ser vigia do povo e de ser responsável por
anunciar-lhes a necessidade de mudar de vida.
Salmo. 94(95). O
salmista convida ao povo ao louvor divino e a não fecharem seus corações às
exortações divinas.
2ª leitura. Rm
13,8-10. Paulo resume toda a Lei no amar o próximo como a si mesmo.
Evangelho. Mt
18,15-20. Jesus ensina a correção fraterna na comunidade e mostra que a
condição pra Deus ouvir nossa oração é estarmos em harmonia uns com os outros
na comunidade.
Trazendo os
textos pra perto da gente. A comunhão com Deus passa pela comunhão com as
pessoas. Por isso a perfeita oração é aquela que é feita em sintonia com os
irmãos de comunidade (evangelho). A convivência resume todos os mandamentos (2ª
leitura). Quando somos corrigidos em nome de Deus, devemos ter o coração aberto
para acolher (1ª leitura e salmo).
Para pensar. Como
reagimos diante das correções que nos fazem? Com carinho corrigimos aqueles que
erram?
Gesto concreto. Aceitar
de bom grado as correções que nossos irmãos nos fazem.
Espiritualidade.
Enxergar em cada pessoa a presença de Deus.
Deus nos
abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
24° domingo
comum – necessitados de perdão e de perdoar
1ª leitura. Eclo
27,33-28,9. O sábio aconselha a superar a raiva e ódio e a sempre perdoar o
próximo para se alcançar o perdão divino.
Salmo. 102(103).
O salmista louva a Deus que nos perdoa toda culpa e não guarda eternamente seu
rancor.
2ª leitura. Rm
14,7-9. Paulo ensina que, quer vivos ou mortos, pertencemos a Jesus.
Evangelho. Mt
18,21-35. Jesus ensina a Pedro que devemos perdoar sempre e conta a parábola do
devedor que não quis perdoar.
Trazendo os
textos pra perto da gente. Deus agirá conosco da mesma forma como agimos com
nossos irmãos. Em Cristo Deus já nos perdoou tudo, por isso devemos perdoar as
faltas de nossos irmãos para conosco (evangelho). Caso não perdoemos o próximo
como queremos experimentar o perdão divino? (1ª leitura). A misericórdia divina
é sem limites por nós (salmo), o que nos motiva a viver inteiramente por Cristo
(2ª leitura).
Para pensar.
Perdoamos os que nos ofendem?
Gesto concreto. Buscar
o sacramento da confissão e buscar a reconciliação com as inimizades.
Espiritualidade.
Reconhecer que sempre necessitamos da misericórdia divina.
Deus nos
abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
25° domingo
comum – Deus é graça e não merecimento.
1ª leitura. Is
55,6-9. O profeta exorta o povo a buscar o Senhor e a mudar a sua conduta para
a que propõe o Senhor. Além disso ensina que o jeito de Deus pensar difere do
jeito humano.
Salmo. 144(145).
O salmista louva a Deus cuja misericórdia abraça a toda criatura.
2ª leitura. Fl
1,20c-24.27ª. Paulo diz que Cristo será glorificado ou pela sua vida ou pela
sua morte. Ele busca em tudo agradar a Cristo.
Evangelho. Jesus
conta a parábola dos trabalhadores da última hora para ensinar a gratuidade
divina.
Trazendo os
textos pra perto da gente. Deus é bom e graça. Ele não age em função de nossos
méritos. Mas age em função de sua bondade e misericórdia gratuitas (salmo). Por
isso é capaz de dar a mesma graça a todos (evangelho). Façamos de nossa vida
inteira uma oferta agradável a Deus (2ª leitura). Para isso, busquemos a Deus
que gratuitamente se dá e cuja graça nos transforma segundo sua santa vontade
(1ª leitura).
Para pensar.
Cremos que seremos salvos por misericórdia ou merecimento?
Gesto concreto. Buscar
a Deus com mais intensidade na oração.
Espiritualidade.
Considerar que tudo que Deus nos faz é por graça e não por merecimento próprio.
Deus nos
abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
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