quarta-feira, 29 de junho de 2016

tempo comum

23º domingo do tempo comum – as exigências do seguimento a Jesus
1ª leitura. Sb 9,13-18. Nesta oração, o autor sagrado constata que todo conhecimento humano vem da Sabedoria divina.
Salmo 89(90). O salmista compara a eternidade de Deus com a vida breve e frágil do ser humano.
2ª leitura. Fm 9b-10.12-17. Paulo pede a Filêmon que acolha Onésimo não mais como escravo, mas como irmão e cristão.
Evangelho. Lc 14,25-33. Jesus exige ponderar as exigências para o seguir.
Trazendo os textos pra perto da gente. Jesus deseja seguidores conscientes. Para isso é necessário meditar as exigências para seguir ao Mestre: Jesus deve ser a prioridade e não a própria vida ou as relações familiares; renunciar a tudo que se tem pelo Reino (evangelho). Pode parecer muito radical, mas escolher a Jesus é a opção mais sábia que poderemos fazer (1ª leitura, salmo), pois, terá consequência em nossa vida, a vivência da fraternidade (2ª leitura).
Para pensar. Medito sobre as consequências do meu ser cristão? Ou sigo a Jesus do meu modo sem meditar no que isso me exige?
Gesto concreto. Participar da pastoral do batismo, ajudando aos pais na conscientização do que é ser cristão.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário.

24º domingo do tempo comum – a eterna misericórdia divina
1ª leitura. Ex 32,7-11.13-14. Moisés, intercede a Deus, o perdão para o pecado do povo.
Salmo 50(51). O salmista reconhece seu pecado e implora a Deus seu perdão.
2ª leitura. 1Tm 1,12-17. Paulo experimentou primeiro a misericórdia divina para depois anunciá-la aos demais.
Evangelho. Lc 15,1-32. Jesus conta três parábola da misericórdia divina: da ovelha perdida, da moeda perdida e do filho perdido ou Pai Misericordioso.
Trazendo os textos pra perto da gente. Somos pecadores: constantemente quebramos nossa aliança com Deus (1ª leitura). Por isso, precisamos sempre reconhecer nosso pecado (salmo) e ao fazer isso, notaremos que Deus constamente vem em nossa busca porque nos ama (evangelho). Experimentemos a misericórdia do Pai que sempre nos perdoa para depois comunicá-la aos irmãos (2ª leitura).
Para pensar. Como experimentamos o perdão divino em nosso dia a dia? Somos misericordiosos com os irmãos que erram?
Gesto concreto. Buscar o sacramento da confissão (reconciliação).
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

25º domingo do tempo comum – a escravidão do dinheiro
1ª leitura. Am 8,4-7. Amós denuncia os comerciantes como exploradores dos pobres.
Salmo 112(113). O salmista louva a Deus que, da sua grandeza, olha e protege os pobres.
2ª leitura. 1Tm 2,1-8. Paulo orienta a comunidade a orar por todas as pessoas, sem contendas.
Evangelho. Lc 16,10-13. Jesus pronuncia ditos sobre o dinheiro exortando a usá-lo segundo a vontade de Deus.
Trazendo os textos pra perto da gente. Seguir a Jesus exige um reto uso do dinheiro: ele não pode ser motivo de nossa ganância provocando o roubo dos pobres (1ª leitura). O Deus de Israel é grandioso, mas olha e protege os pobres (salmo), por isso tudo o que fizermos a eles, Deus nos prestará contas. O dinheiro não deve ser acumulado, mas partilhado com os pobres (evangelho). Antes de rezar examinemos nossa consciência pra saber se estamos em harmonia com todas as pessoas (2ª leitura).
Para pensar. Como nos relacionamos com o dinheiro? Somos escravos dele? Ou nos dispomos dele para ajudar aos mais necessitados?
Gesto concreto. Tornar-se dizimista na comunidade, afim de ajudar aos necessitados da mesma.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

26º domingo do tempo comum – Deus toma a defesa dos pobres
1ª leitura. Am 6,1ª.4-7. Amós anuncia o castigo aos ricos de Samaria.
Salmo 145(146). O salmista louva a Deus, onipotente e fiel, defensor dos fracos.
2ª leitura. 1Tm 6,11-16. Paulo exorta Timóteo ao bom combate da fé, perseverando até a vinda de Jesus, vivendo de forma irrepreensível.
Evangelho. Lc 16,19-31. Jesus conta a parábola do rico e Lázaro, como forma de admoestar quem se apega ao dinheiro e não ajuda aos pobres.
Trazendo os textos pra perto da gente. A Bíblia nos ensina que Deus toma a defesa dos pobres e fracos (salmo). Por isso toda opressão provocada para com os indefesos, Deus nos fará prestar contas (1ª leitura). A injustiça praticada ao pobre não passa desperbecida aos olhos de Deus (evangelho). Como não sabemos quando será o juízo divino sobre nossas ações, vivamos cada dia na justiça, na solidariedade aos pequenos (2ª leitura).
Para pensar. Nossa comunidade se preocupa com a justiça social? Que lugar os pobres ocupam em nossa comunidade?
Gesto concreto. Socorrer alguma família pobre da comunidade em suas necessidades.

Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário

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