Epifania do Senhor, ano c – a fé em Jesus une
todos os povos
1ª leitura. O profeta Isaías anuncia o brilhar
da luz de Deus sobre a cidade de Jerusalém e a chegada de povos trazendo
riquezas à cidade santa.
Salmo. O salmista reza pelo rei: que seu governo
tenha paz; que as nações lhe ofereceram presentes; que ele julgue com justiça.
2ª leitura. Paulo entende que os pagãos também são
admitidos à salvação pela fé em Jesus Cristo.
Evangelho. Os magos, vindos do Oriente, vem adorar
o Menino Jesus recém-nascido, ao passo que Herodes pretende mata-lo.
Trazendo os textos pra perto da gente. Hoje celebramos
a manifestação (epifania) de Jesus como salvador de toda a humanidade e não apenas
como salvador de Israel. Os magos que adoram Jesus, simbolizam toda humanidade
que reconhece em Jesus o seu salvador, em detrimento às lideranças de Israel
que o rejeitam (evangelho); a fé em Jesus faz com que toda a humanidade se
torne uma família, pois todos são salvos pelo mesmo Jesus (2ª leitura). Jesus é
o rei da humanidade esperado e sob seu reinado há justiça, paz e a luz divina
brilha sobre todos os povos (salmo, 1ª leitura).
Para pensar. Quais presentes Jesus gostaria de
ganhar de cada um de nós?
Gesto concreto. Presentear uma criança
necessitada.
Espiritualidade. Reconhecer em cada pessoa um irmão
em Cristo.
Deus nos abençoe. fr. Inácio José, mercedário
Batismo do Senhor, ano c – somos filhos e
ungidos para construir o Reino
1ª leitura. Isaías proclama a Missão do Servo:
ser aliança do povo, abrir os olhos dos cegos, libertar os cativos, promover a justiça.
Salmo. O salmista reconhece o poder de Deus
sobre os fenômenos naturais (vento e mares).
2ª leitura. Pedro proclama que, Jesus após o
batismo, foi ungido por Deus para libertar a humanidade de seus sofrimentos.
Evangelho. Jesus é batizado por João no Jordão e
faz a experiência de receber o Espírito Santo e ser reconhecido como Filho
amado de Deus.
Trazendo os textos pra perto da gente. Com a
Festa do Batismo, termina o tempo do natal. O batismo é o início da vida
pública de Jesus: Jesus se reconhece como Filho, é ungido por Deus para
anunciar o Reino através de palavras e gestos (evangelho e 2ª leitura). Jesus
realiza em si a missão do Servo: através da não violência, chama o povo à conversão,
liberta o povo de seus sofrimentos, estabelece a justiça divina no mundo mesmo
à custa de sofrimentos (1ª leitura).
Para pensar. Assumimos o compromisso de ser como
Cristo através de nosso batismo?
Gesto concreto. Descobrir a data de nosso
batismo.
Espiritualidade. Reconhecer-se em todas as
situações da vida, um filho amado de Deus.
Deus nos abençoe. fr. Inácio José, mercedário
Solenidade da Santa Mãe de Deus, ano c –
Chamados a gerar Jesus
1ª leitura. O Senhor ensina a Moisés como
invocar a paz sobre os filhos de Israel.
Salmo. O salmista invoca sobre Israel as bênçãos
do Senhor e a graça de que todos os povos o reconheçam.
2ª leitura. Paulo ensina que, no tempo previsto,
Deus enviou seu Filho nascido de mulher sujeita Lei para resgatar a todos os submetidos
à Lei para adotá-los como filhos de Deus.
Evangelho. Os pastores visitam o Menino Jesus recém-nascido,
comprovando o outrora os anjos lhe havia anunciado.
Trazendo os textos pra perto da gente. Chamar Maria
de “Mãe de Deus” é afirmar que o filho gerado por Ela é o Filho de Deus
encarnado. Para nos salvar, Deus assumiu a nossa condição humana para nos
salvar desde dentro de nossa realidade. Deus nasceu como nós (evangelho), para
nos resgatar da escravidão da lei e nos fazer seus filhos amados (2ª leitura) e
desta forma, fazer com que com resplandeça sobre nós a paz que é Ele mesmo
(salmo, 1ª leitura). Espiritualmente somos chamados a gerar Jesus em nós, pela
docilidade ao Espírito Santo.
Para pensar. Somos dóceis a ação divina de tal
forma que permitimos que Jesus seja gerado em nós?
Gesto concreto. Meditar o terço.
Espiritualidade. Estar constantemente disposto a
gerar Jesus nos pensamentos, sentimentos e atitudes.
Deus nos abençoe. fr. Inácio José, mercedário
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