26º domingo comum – arrependimento, caminho de conversão
1ª leitura. Ez 18,25-28. O profeta Ezequiel ensina que quando o ímpio se arrepende da maldade praticada, ele conserva a própria vida.
Salmo 24. O salmista pede perdão a Deus pelos pecados cometidos no passado.
2ª leitura. Fl 2,1-11. Paulo exorta a comunidade cristã a ter os mesmos sentimentos de humildade de Cristo.
Evangelho. Mt 21,28-32. Jesus ensina que os pecadores arrependidos precederão os falsos piedosos no céu.
Trazendo os textos pra perto da gente. No início de seu ministério Jesus pregou a conversão, a mudança de vida. Os pecados, ao escutarem o apelo de João Batista, mudaram de vida, por isso serão salvos, ao passo que os fariseus inconvertidos não (evangelho). Quando arrependemos dos pecados e mudamos de conduta, conservamos a nossa vida diante de Deus (1ª leitura), por isso devemos constantemente revisar nossa vida diante do Senhor (salmo). Assim, teremos a humildade de Cristo para nos colocar a serviço dos irmãos (2ª leitura).
Para pensar. Faço o exame de consciência todos os dias?
Gesto concreto. Buscar o sacramento da confissão.
Espiritualidade. Cultivar a humildade. Não se sentir mais importante que ninguém.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
27º domingo comum – somos a vinha do Senhor
1ª leitura. Is 5,1-7. Usando a metáfora da vinha, o profeta anuncia o juízo de Deus sobre o povo de Israel, pois não produziu bons frutos.
Salmo 79. O salmista clama o cuidado divino para com a sua vinha (o povo).
2ª leitura. Fl 4,6-9. Paulo exorta a comunidade cristã a praticar o que aprenderam, afim de que o Deus da paz esteja com eles.
Evangelho. Mt 21,33-43. Jesus, através da parábola dos vinhateiros maus, ensina que a salvação será dada a outros povos.
Trazendo os textos pra perto da gente. Na tradição bíblica, vinha representa o povo de Deus. Deus enviou seu Filho para colher os frutos (boas obras) da vinha, mas recebeu a rejeição e a morte (evangelho). Por isso, no entender dos autores sagrados, Deus castiga e rejeita o povo (1ª leitura / salmo). Os frutos que devemos produzir são as boas obras, que nos aproximam da comunhão com Deus (2ª leitura).
Para pensar. Quais frutos estamos produzindo em nossa vida?
Gesto concreto. Fazer o exame de consciência, analisando nossa conduta.
Espiritualidade. Ter em mente que Deus cuida de nós para que produzamos bons frutos.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
28º domingo comum – a confraternização final
1ª leitura. Is 25,6-10ª. Deus promete, através do profeta, reunir todos os povos para um grande banquete, pondo fim a toda tristeza.
Salmo 22. O salmista medita sobre Deus como pastor que lhe cuida da vida.
2ª leitura. Fl 4,12-14.19-20. Paulo, agradece a ajuda recebida da comunidade de Filipos.
Evangelho. Mt 22,1-14. Jesus conta a parábola do banquete final, ensinando que Deus convida a todos para a comunhão Consigo.
Trazendo os textos pra perto da gente. Na tradição bíblica, o banquete simboliza os tempos messiânicos, os tempos finais. O banquete lembra comunhão, confraternização. No fim dos tempos Deus haverá de reunir todos os povos numa só família. Por isso, em Jesus, Deus convida a todos a participarem do banquete de seu Reino (evangelho), no qual acabam-se todas as tristezas (1ª leitura) e Deus cuidará de nós, qual pastor a seu rebanho (salmo). Cabe a cada um de nós dar a sua adesão para a participação dessa comunhão.
Para pensar. A celebração da eucaristia, nosso baquete sagrado, favorece a participação de todos, ou excluímos pessoas?
Gesto concreto. Participar da santa missa com o desejo de viver a comunhão com todas as pessoas.
Espiritualidade. Cultivar a aproximidade e fraternidade com todos.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
29º domingo comum – a história está nas mãos de Deus
1ª leitura. Is 45,1.4-6. Através do profeta, Deus anuncia a escolha de Ciro como libertador do povo de Israel exilado.
Salmo 95. O salmista convoca todas as nações para cantar o louvor de Deus.
2ª leitura. 1Ts 1,1-5b. Paulo lembra, com gratidão, da fé, esperança e caridade da comunidade cristã de Tessalônica.
Evangelho. Mt 22,15-21. Diante da pergunta capciosa dos fariseus, Jesus separa o poder divino do poder temporal de César.
Trazendo os textos pra perto da gente. Jesus afirma que César não pode ser cultuado como Deus e exige a saída dos romanos da terra de Israel, pois o povo e a terra são de Deus (evangelho/ Lv 25,23), mas não exige uma saída mediante as armas. Deus pode usar dos que possuem o poder temporal para realizar os seus planos (1ª leitura), por isso, todas nações estão sob o domínio de Deus (salmo).
Para pensar. Será que reconhecemos nos acontecimentos históricos, a ação salvífica de Deus?
Gesto concreto. Descobrir e divulgar os bons fatos acontecidos na comunidade.
Espiritualidade. Cultivar a certeza de que a história humana está nas mãos de Deus.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário
30º domingo comum – amamos a Deus amando as pessoas
1ª leitura. Ex 22,20-26. Através de Moisés, Deus alerta que todo mal realizado aos pobres, acenderá a sua cólera.
Salmo 17. O salmista louva a Deus, pois Nele encontra abrigo e salvação.
2ª leitura. 1Ts 1,5c-10. Paulo, anima a comunidade a permanecer firme em sua conversão, abandonando os falsos deuses, servindo a Deus, esperando a volta do Filho.
Evangelho. Mt 22, 34-40. Jesus ensina que toda a Lei e os Profetas (Primeiro Testamento) se resume em amar a Deus com todo o nosso ser e ao próximo como a si mesmo.
Trazendo os textos pra perto da gente. O amor a Deus é traduzido mediante o nosso amor e cuidado para com as pessoas (evangelho), sobretudo os mais pobres e necessitados (1ª leitura). Precisamos permanecer firmes na vivência do mandamento do amor, pois ele nos afasta da idolatria, nos coloca no serviço divino aguardando a vinda de Jesus (2ª leitura).
Para pensar. Respeito e amo o próximo da mesma forma como respeito e amo as coisas sagradas?
Gesto concreto. Praticar a solidariedade e caridade a uma pessoa necessitada.
Espiritualidade. Reconhecer em cada pessoa a presença de Deus.
Deus nos abençoe. Fr. Inácio José, mercedário.
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